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"A alma que não se abate, que recebe indiferentemente tanto a tristeza como a alegria, vive na vida imortal."Fonte - Bhagavad-Gita

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Sexta dia de Ganesha - Jaya





Essa semana estamos sendo banhados pelo auspicioso dia de Ganesha, estamos em silêncio, em reflexão. Somos direcionados a olharmos nosso caminhar, como tem sido seus passos até aqui?

Muitos conflitos que afligem o ser humano decorrem dos padrões de comportamentos que nós próprios adotamos.
É muito comum que adotamos comportamentos do outro, por idolatria, por identificação, porém esquecemos de quem nós somos.

Esse é um momento em que o Deus Ganesha pede que assumas o seu Eu, para que ele possa protege-lo. Qdo fugimos de nós mesmos, até mesmo os Deuses não conseguem proteger nos, pq não paramos na nossa própria casa interna, vivemos da semente do outro.

Toda ascensão exige esforço, adaptação e sacrifício, enquanto que toda queda resulta em prejuízo e recomeço.

Trabalhemos nossa própria intimidade, vencendo limites e obstáculos impostos, deixemos assim que nossas preces a Ganesha sejam atendidas. Tenham fé!

Valorize suas conquistas, sem deixar embevecer e iludir-se pelas vitórias. Há muitas paisagens ainda, a muito o que percorrer, muitos caminhos e trilhas...a muito que aprender.

Somente uma reforma íntima e verdadeira poderá nos trazer a "Forma" e nós concederá a paz e a felicidade permanente.

A mudança é urgente, mas compete a cada um de nós, corajoso e individualmente, decidir a partir de quando e como ela se dará.

Ganesha pode lhe ajudar, mas não fará o serviço para você....cumpra o que lhe cabe e ele lhe dará mais do que poderia imaginar.


Hari Om
Lu Perez

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

LIVRE-SE DAS ERVAS DANINHAS ANTES DE PLANTAR AS SEMENTES




Mensagem de Jennifer Hoffman
25 de Agosto de 2014.


As ervas daninhas estavam por todos os lados e no meio da entrada da garagem e elas deixaram a minha casa com uma aparência desagradável. Considerando que ela está à venda, a visão não era muito atraente para potenciais compradores.

Estou pronta para vender e me mudar, criar um novo início em minha vida, mas a visão das ervas daninhas em torno da garagem, que é a primeira coisa que o público vê, era bem pouco atraente.

Antes que eu pudesse plantar as sementes do meu novo início, tive que arrancar as ervas daninhas que criaram uma percepção desagradável e pouco atraente sobre a casa (que é realmente adorável por dentro) para alguém que estivesse interessado em comprá-la.

Minhas ervas daninhas estavam enviando uma mensagem errada e interferindo com as sementes dos novos inícios que eu quero criar.


Se você é um jardineiro, sabe que as sementes são plantadas em solo limpo e recém-revolvido. Você pode imaginar o plantio de sementes em um terreno com ervas daninhas? Elas provavelmente não cresceriam bem e se o fizessem, as ervas daninhas logo sufocariam as plantas novas.

Assim, por que tentamos plantar as sementes dos nossos novos inícios, antes de eliminarmos as ervas daninhas do nosso passado?

Há muitas razões – estamos preparados para nos afastarmos de nossa atual situação agora, e arrancar as ervas daninhas requer tempo, energia e esforço, não queremos lidar com as ervas daninhas, é muito opressivo, porque há muitas delas, ou esperamos que alguém o faça, ou elas desaparecerão por si só.

Estes são bons argumentos, mas são as nossas ervas daninhas e precisamos cuidar delas, porque cabe a nós arrancá-las.

As ervas daninhas têm uma maneira de brotarem subitamente e em locais surpreendentes também. Eu tive porções de ervas daninhas crescendo a partir de pequenas rachaduras em minha garagem. Como elas chegaram lá?

E elas crescem rapidamente – algumas delas tinham mais de 1 metro de altura e eu não me lembro de elas estarem tão grandes, até este final de semana. Elas são também uma distração, mudando a nossa atenção da promessa de um novo início para as lembranças do que ainda não terminamos.

Há ervas daninhas em sua vida que o estão distraindo e que precisam ser arrancadas?

A outra desvantagem das ervas daninhas é que outras pessoas as notam também. Elas não ficam escondidas da vista, não importa o quanto você tente, as pessoas vêem as suas ervas daninhas antes que elas o vejam.

Elas podem dar aos outros a impressão errada sobre você, da mesma maneira que a minha garagem cheia de ervas daninhas não combina com o interior de minha linda e arrumada casa.

As ervas daninhas que incluem a sua confusão, os seus medos e suas dúvidas, drenam a sua energia e impedem que os outros vejam a pessoa bela e poderosa que você é.

Em vez disto, eles vêem as coisas que o incomodam, que você não toma cuidado, coisas que você não está prestando atenção, ou onde você não está correspondendo ao seu potencial. E esta é a mensagem que elas lhe enviam também.

Aqui estão alguns dos sinais de ervas daninhas em sua vida, e como você pode se livrar delas, para que as sementes de seus novos inícios estejam livres para criar raízes, crescerem sem esforço e prosperarem.

1 – Você começa a notar coisas que estão “erradas” ou que o aborrecem em relação a sua vida. Estas são as ervas daninhas que estão no caminho dos seus novos inícios e elas o estão esperando para que sejam arrancadas.

2 – Você se sente inseguro quanto aos seus próximos passos, preocupa-se com a repetição do passado, ou não pode descobrir o que fazer a seguir. Você está preparado para plantar as suas novas sementes, mas não tem onde colocá-las, porque as ervas daninhas estão interferindo. Isto é uma escolha, viver com as ervas daninhas ou eliminá-las, para que as suas novas sementes tenham um espaço para crescer.

3 – Você se sente oprimido por quanto você acha que tem que fazer para alcançar os seus objetivos. As ervas daninhas são tudo o que você vê agora e pode haver tantas delas que você não sabe por onde começar. Basta começar com uma, porque o trabalho vai mais rápido uma vez que você comece, mas se você não começar, nunca irá terminar.

4 – Você está preocupado com o que os outros irão pensar ou dizer sobre os seus novos inícios e não se sente apoiado em suas escolhas e decisões. Todos vêem as suas ervas daninhas também, e desde que elas bloqueiam a visão completa do seu poder, eles provavelmente ficam se perguntando como você irá atingir os seus objetivos, como você faz, porque tudo o que eles podem ver são as ervas daninhas.

5 – Você não sabe onde plantar as novas sementes, porque nunca fez isto antes. Às vezes, é mais fácil viver com as ervas daninhas do que assumir a responsabilidade pelas sementes dos novos inícios. Novos inícios podem ser assustadores, mas eles se apresentam quando estamos preparados para eles e colocamos um ponto final onde estamos, ainda que não saibamos o que virá a seguir.

Uma vez que estejamos preparados para os novos inícios, não mais queremos dar o nosso tempo, energia e atenção ao que desejamos deixar para trás, ainda que o desejo pela mudança nos torne muito conscientes das “ervas daninhas” em nossa vida.

Embora arrancar as ervas daninhas possam não ser a sua coisa favorita a fazer, se você não cuidar delas, elas irão sufocar os novos inícios que você está tentando criar. Arrancá-las requer tempo e esforço, mas uma vez que elas se forem, novos inícios podem realmente ser inícios revigorantes e não teremos a distração das ervas daninhas para limitar a nossa visão do novo potencial que estamos criando.

Por favor, respeite todos os créditos ao compartilhar
http://stelalecocq.blogspot.com/2014/08/livre-se-das-ervas-daninhas-antes-de.html
http://enlighteninglife.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

INÍCIOS, TÉRMINOS E ENCERRAMENTO




Algumas vezes, é preciso muito tempo, para que estejamos preparados para permitir que algo termine, mas, uma vez que achamos que estamos preparados, queremos avançar imediatamente. Concluímos com o velho e estamos preparados para novos inícios.

Mas eles nem sempre estão preparados para nós, ou não estamos tão preparados para eles, como achamos. Começamos a ver atrasos, coisas surgem, precisamos nos concentrar no que achamos que já concluímos, e ficamos frustrados. Não queremos mais estar neste espaço, estamos prontos para seguir em frente. Mas, será que estamos mesmo?





Mensagem de Jennifer Hoffman
19 de Agosto de 2014


Estas “não conclusões”, os pequenos detalhes e situações irritantes que agora exigem a nossa atenção, parecem ser um desperdício de tempo, mas eles são realmente, uma parte importante de nossos novos inícios, porque eles estão onde constatamos tanto o encerramento, quanto o aprendizado final, que irão garantir que nossos novos inícios não incluam a energia do que queremos deixar para trás.

Eles são também o nosso “trunfo”, permitindo-nos permanecer um pouco presos, apenas no caso de precisarmos de uma desculpa ou oportunidade para mudarmos de idéia, se assim o quisermos.

Na década de 70, quando o divórcio se tornou mais aceito socialmente e as pessoas começaram a terminar os seus casamentos, elas eram aconselhadas a esperar alguns anos antes de se casarem novamente. Caso contrário, elas se arriscariam a se casar com o mesmo tipo de pessoa que elas tinham acabado de se divorciar.

Este foi um conselho sábio porque, como muitos descobriram, era verdade. Se elas não tivessem o tempo para fazer o seu trabalho de cura, para amarrar as pontas soltas em suas próprias vidas emocionais, elas iriam encontrar outro parceiro para ajudá-las com estas lições.

Ao invés de um novo começo, seu novo relacionamento seria um reflexo do velho e o que elas consideravam como um movimento para cima, era realmente um movimento lateral, porque elas não completaram o processo que era necessário para o verdadeiro encerramento.

Se não tivermos o tempo pra amarrarmos as nossas próprias pontas soltas, que sempre surgem para nós se elas fazem parte de nosso processo de encerramento, então nosso novo início se tornará um movimento lateral, e em vez de ascendermos para uma realidade mais gratificante e mais alegre, entraremos em algo que é muito similar ao que acabamos de sair. 

Se tivéssemos o tempo para completarmos o processo final, amarrando as pontas soltas que se apresentam (e elas sempre surgem), então, nós criamos novos inícios a partir do encerramento e estamos livres e desembaraçados para entrarmos em uma nova realidade.

Sabemos que temos pontas soltas quando o nosso progresso não acontece rapidamente. A um nível inconsciente, criamos os nossos próprios bloqueios através dos atrasos, acidentes, dramas e eventos surpresa que parecem surgir do nada. Estes são lembretes da “velha” energia que precisa ser eliminada antes que os nossos novos inícios, que são realmente novos, possam acontecer.

A um nível consciente, fazemos preparações para os nossos próximos passos e fazemos o melhor para permanecermos focados neste resultado e pensamos que os atrasos são sinais de que não merecemos, na pior das hipóteses, ou que não estamos preparados para a mudança, na melhor das hipóteses.

A verdade se encontra entre os dois – estamos preparados para as mudanças, mas precisamos cuidar de nossas pontas soltas em primeiro lugar, para que o nosso movimento seja à frente e não lateral.

As pontas soltas servem a outro propósito, mais oculto. Elas nos dão o tempo e o espaço que precisamos para mudarmos de idéia. Podemos usá-las como uma desculpa útil e conveniente para nos impedir de avançar. Ou, podemos usá-las como uma maneira de atrasar uma mudança para a qual não estamos muito preparados, ainda que não estejamos felizes onde estamos.

Se decidirmos que não estamos preparados para a mudança, uma difícil ponta solta poderá ocupar a nossa energia o suficiente para atrasar esta mudança, indefinidamente. 

Mas, se estivermos preparados para avançar, então, os atrasos irão nos ajudar a compreender como estamos cansados de estar neste espaço energético e nos obrigar a cuidar do que esteve nos mantendo neste espaço energético, definitivamente.

Por mais improvável que isto possa parecer, nós bloqueamos o nosso próprio progresso e interferimos, não importa o quanto queiramos um novo início. 

Embora possamos estar focados nos próximos passos e novos resultados, nosso desejo inconsciente por algo diferente é o que cria a nossa consciência de nossas pontas soltas, o negócio inacabado que temos que enfrentar antes que tenhamos, final e completamente, terminado algo.

Então, em vez de lhes permitir que sejam lembranças frustrantes de nossas falhas, estamos em melhor situação quando cuidamos de nossas pontas soltas, para que o nosso encerramento seja genuíno e completo, e abrimos o caminho para que nossos novos inícios ocorram.


Por favor, respeite todos os créditos ao compartilhar
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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!

Neste final de semana



terça-feira, 22 de julho de 2014

DIA FORA DO TEMPO



No calendário Maia os dias 23 e 24 de julho, que antecedem o dia-fora-do-tempo, são propícios para meditação, transformação e renovação, sobre o que devemos jogar fora, ao nos desapegarmos do que não nos serve mais, abandonar o que é falso em nossa vidas, e ao mesmo tempo, buscar na essência de nosso ser real aquilo que vale a pena para consolidarmos a presença do espírito divino cada vez mais presente em nossas vidas durante o próximo ano! 


O dia 25 de julho, o dia-fora-do-tempo no calendário Maia, é um dia especial comemorado pela cultura galáctica do calendário Maia como “o dia do perdão universal”. É um dia para se experimentar a total liberação da prisão do tempo.
No dia 26 de julho de 2014 se inicia o novo ano do Calendário Maia de 13 Luas de 28 dias, o próximo ano novo Maia e Egípcio, o ano Lua Solar Vermelha, de 26/07/2014 a 24/07/2015.

Esse dia TAMBÉM corresponde com à ascenção, o REsurgimento da estrela SÍRIUS (origem de Sananda), a principal estrela da Constelação do Cão Maior (Canis Major), e a mais brilhante nos céus da terra, minutos antes do nascer do Sol no amanhecer do dia 26 de julho, fenômeno conhecido como o nascimento HELÍACO DE SÍRIUS o que ocorre anualmente EM TODAS AS MANHÃS DO DIA 26 de Julho e que era celebrado como o início de um novo ano no antigo EGITO.

Este auspicioso alinhamento anual de SÍRIUS com o nosso Sol (Hélios) – que marca também o início do novo ano do calendário Maia de 13 luas – assegura a propagação de luz e da abundância sobre a Terra ”E TAMBÉM INICIA O ANO NOVO NA CULTURA DO Egito antigo”. 

No Egito antigo essa data (26 de julho) e evento astronômico marcava o inicio da celebração de um novo ano e o princípio das cheias do Rio Nilo, que trariam abundância pela fertilização de suas margens. Durante sete dias (uma semana), a divindade principal homenageada era ÍSIS, a principal deusa do panteão egípcio, a esposa e irmã do Faraó e o verdadeiro poder (o poder da deusa, feminino) por trás de seu trono e cuja representação nos céus é a própria estrela SÍRIUS.

O Faraó era representado nos céus pela constelação de ÓRION (Princípio Masculino). Sendo a estrela fixa mais brilhante do céu, SÍRIUS é, há muito tempo, vista como elo de ligação, o acesso a um estado de consciência mais elevado que auxiliaria na aceleração da evolução do nosso planeta e da humanidade cuja energia fundamental está associada ao Princípio Feminino do Divino, à energia da deusa: ÍSIS. 


O que é o Dia Fora do Tempo no calendário Maia? 
O Dia Fora do Tempo, anualmente lembrado com festivais desde 1992 a nível global, cai sempre a 25 de Julho. No Calendário Maia de 13 Luas, este dia não é dia de mês nem dia de semana. Está entre o dia que fecha um ano (24 de Julho) e o dia que abre o ano seguinte (26 de Julho). Este dia é dedicado a festividades, à comunidade, à volta da união com o planeta (reconexão com GAIA, o princípio feminino planetário). Os pontos focais são: parar o trabalho de todos os dias e atestar a verdade que afirma que “O Tempo é Arte!”. 

A celebração da Paz Planetária através da Cultura, do perdão, da reparação, o perdão de dívidas, da purificação, a Arte da Paz, da liberdade de se estar vivo. É uma oportunidade para se vivenciar a verdadeira atemporalidade e a amorosa bondade, a caridade, a solidariedade, a humildade e a gratidão.
Quer seja em reuniões públicas ou em círculos privados ou em introspectiva meditação este dia é um momento de catarse do ano que passou e de preparação para o ano que se inicia, uma forma perfeita para convidar as pessoas à harmonia do Calendário das 13 Luas no Ano da Lua Solar Vermelha (Julho 2014 a Julho de 2015). 

SÍRIUS nos céus dos povos arcaicos 
SÍRIUS, pelo seu esplendor atraiu todos os olhares e monopolizou as atenções de povos arcaicos não apenas por ser a mais brilhante estrela do céu noturno na Terra como, porque isolada, não tinha ao seu lado estrelas notáveis segundo o astrônomo Rubens de Azevedo. Deificada, SÍRIUS foi astronomicamente a pedra basilar do panteão do Antigo Egito (3.200 a.C a 30 d.C) pois era a corporificação de ÍSIS, irmã e esposa de Osíris, ele personificado pela constelação que chamamos de Órion. 
No Egito antigo e dos faraós a coincidência entre o nascimento helíaco de SÍRIUS (em grego Sóthis), a cheia fertilizadora do Nilo e o solstício de verão fez com que a data fosse adotada como início de um novo ano – o ano Sótico. O termo “canícula”, alude à constelação de Cão Maior e sua estrela SÍRIUS (Canícula) e se refere à época do ano de dias com calor abrasador e sufocante, os “dies caniculares” dos antigos romanos (Império de Roma 753 a.C- 476 d.C). 
SÍRIUS “desaparece” dos céus noturnos da Terra durante 35 dias antes e 35 dias após a conjunção com o Sol, então ofuscada pelo brilho deste (período de 20 de junho a  29 de Agosto). Há uma invisibilidade desta estrela durante 70 noites antes dela ressurgir, visualmente, no seu nascimento helíaco em 26 de julho. 

Os sacerdotes egípcios demoravam igual número de dias a preparar um corpo para o embalsamamento. A linguagem do ciclo estelar correspondia à linguagem do rito funerário. Atualmente, no mês de julho, algumas comunidades esotéricas comemoram festivamente o nascimento helíaco de SÍRIUS com rituais, rufar de tambores, fogueiras e danças, mas quase que sem exceção.


Todas as nações indígenas da América do Norte, os índios peles vermelhas, assim como os antigos chineses, hindus, caldeus, babilônicos, sumerianos, assírios, hebreus, os Dogons da África, e demais povos da antiguidade, também veneravam e faziam celebrações a essas constelações e estrelas, como SÍRIUS, ÓRION e PLEIÂDES. 


Os grandes templos desses povos antigos eram construídos voltados para o leste (como o Templo de Salomão em Jerusalém), para que no dia 26 de julho de cada ano, no dia do nascimento helíaco de SÍRIUS um raio de luz dessa estrela penetrasse no âmago do templo, local conhecido como “Sanctun Santorum” (O Santo dos Santos), existente nas pirâmides e em vários outros templos egípcios, principalmente dedicados à ÍSIS. Para esses antigos povos e seus iniciados, esse era o momento mais sagrado de todos os dias do ano inteiro. 

Que possamos receber este novo ano com reflexão, em algum momento não tão longínquo nós estivemos nessas terras celebrando o novo em nós. 

Namastê
Lu Perez 

domingo, 20 de julho de 2014

Prana





O pranamaya kosha, "camada" ou corpo de vitalidade, está composto de cinco formas diferentes que a energia vital assume, de acordo com seu movimento e direção no interior do corpo. Este é um tópico importante, não somente para o Yoga, mas igualmente para o Ayurveda, a ciência indiana da saúde e da longevidade. Essas cinco formas da força vital recebem o nome devayus ou pranas. Elas são:
Prana 
Prana significa literalmente 'força que se move para frente'. Regula todos os processos de absorção: o movimento inspiratório, a assimilação de alimentos sólidos e líquidos e a recepção das impressões sensoriais. É centrípeto por natureza e tem como finalidade colocar as coisas em movimento. Localiza-se na parte superior do tórax, entre a garganta e o umbigo.
ApanaApana significa literalmente 'força que se move para fora'. Controla todos os processos de excreção (sêmen, urina e fezes) e eliminação (eliminação de dióxido de carbono na respiração, menstruação e nascimento). Por causa dessa função de expulsão, o apana é responsável pelo bom funcionamento do sistema imunológico. No nível sutil, regula a expulsão das experiências negativas, emocionais e mentais. Movimenta-se centrifugamente, para baixo e para fora e está localizado na parte inferior do abdômen.
Udana 
Udana significa literalmente 'força que expulsa'. Governa o crescimento do corpo, a habilidade de ficar em pé, falar, esforçar-se e entusiasmar-se. Regula a distribuição da energia vital na região do pescoço. No plano sutil, regula os movimentos de transformação positiva e evolução da nossa existência.
Samana Samana significa literalmente 'força que equilibra'. Movimenta-se circularmente, da periferia para o centro, na região média do abdômen, entre prana e apana. Auxilia os processos digestivos em todos os níveis. Trabalha o trato gastrointestinal na digestão do alimento, os pulmões na absorção do oxigênio e a mente na assimilação de experiências sensoriais, emocionais ou mentais.
Vyana 
Vyana significa literalmente 'força que se move para fora'. Movimenta-se do centro para a periferia, entre o tronco e os membros. Controla todos os níveis de circulação: movimenta os nutrientes no corpo, os sentimentos e pensamentos no psiquismo, a administração da força de vontade e a coordenação dos outros quatro pranas.
Resumindo, podemos dizer que o prana regula a absorção de substâncias, oapana regula sua digestão, o vyana a circulação, o udana a liberação da energia positiva dessas substâncias, e o apana a eliminação dos resíduos que elas possam deixar.
as funções dos vayus
   prana
   absorção
   samana
   digestão
   vyana
   circulação
   udana
   liberação de energia
   apana
   eliminação
Para terminar de entender isto, pense no corpo como se fosse uma mâquina: o prana absorve o combustível, o samana transforma o combustível em energia, o vyana faz circular essa energia onde a mâquina estiver trabalhando e o apana libera os detritos, enquanto o udana administra a energia positiva criada no processo e determina o trabalho que a máquina está capacitada para fazer.
A chave para a saúde e o bem-estar é manter os cinco vayus em harmonia. Quando um deles está em desequilíbirio, os outros tendem a entrar em desequilíbrio também, já que estão todos interligados. De modo geral, pranae udana trabalham juntos, opondo-se a apana como forças de assimilação e energização que se opõem à força de eliminação. Da mesma forma, vyana esamana são opostos como forças de expansão e contração.

http://www.yoga.pro.br/artigos/431/3021/os-cinco-pranas