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"A alma que não se abate, que recebe indiferentemente tanto a tristeza como a alegria, vive na vida imortal."Fonte - Bhagavad-Gita

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Irina Tweedie: A trilha do amor





A trilha do amor é como uma ponte de cabelos atravessando um abismo de fogo.

Irina Tweedie, nascida na Rússia foi a sua busca espiritual com um mestre sufi e escreveu um diário de sua formação espiritual intitulado: Filha de Fogo: Um diário de um Treinamento Espiritual com um Mestre Sufi.  Algumas pensamentos: 


Quando você ama, ama profundamente outro ser humano, muito profundamente, em algum lugar você vai sentir que você ainda está sozinho, e este ser humano muito amado não tem acesso. 
Este é o lugar onde ele reservou para si. Porque você e eu e todo mundo é feito à sua imagem. 
Agora vamos relaxar e tentamos entrar neste lugar que pertence somente a ele, e ele é assim.
  A imaginação é uma coisa muito divina no ser humano, é muito útil.
Temos que imaginar para ir fundo dentro de nós mesmos.  Cada vez mais profundo e muito profundo. Temos de encontrar este lugar, onde há silêncio, paz e acima de tudo amor.  Deus é amor, o ser humano é todo o amor, só o ser humano tem esquecido há muito tempo. 

Afogar o pensamento no amor!

Dr Paul Brunton: vida e obra




A alma de Paul Brunton “trocou uma existência tranquila por uma agitada” (conforme ele dizia) em algum lugar de Londres, em 1898. Não podemos falar nada sobre a origem de sua família, sua educação e nem mesmo seu nome de nascimento, pois “PB” (como preferia ser chamado) não compartilhava esses assuntos nem com seus leitores nem com visitas. Seus vinte e oito livros oferecem pouca ajuda nesse sentido e menos encorajamento ainda a um biógrafo. Mas isso tem pouca importância em comparação com o panorama que seus livros revelam sobre a busca interior e espiritual à qual toda sua vida foi dedicada. Por esse motivo, respeitando seu próprio senso de proporção, esta introdução se baseia exclusivamente no que P. B. decidiu falar de si aos seus leitores; frequentemente incorporando suas próprias palavras.

P. B. nos conta que seus primeiros contatos com a busca vieram na adolescência através da leitura: ele menciona a inspiração que encontrou nas cartas de São Paulo; no romance ocultista Zanoni, de Bulwer-Lytton e especialmente em O Despertar da Alma (ou Hai Ebn Yokdan, o Filósofo Autodidata), de Ibun Trufail. Foi este último, um trabalho Sufi, que lhe deu a ideia geral sobre meditação, um assunto em que ele se tornaria a mais notável autoridade moderna. Sem guiança ou instrução, ele começou a praticar a meditação, tateando seu caminho no que a princípio era escuridão absoluta. Após seis meses de meditação diária e dezoito meses de aspiração ardente pelo Eu Superior, ele experimentou uma série de êxtases místicos.

O encantamento e frescor dessas iluminações vigorosas diminuíram depois de algumas semanas, mas deixaram P. B. com uma consciência contínua que carregou consigo por mais três anos. Então, P. B. encontrou um místico avançado, um americano que vivia em Londres, que o convidou a se submeter a certos testes que, se passasse, o conduziriam ao próximo degrau da iluminação. O resultado foi um fracasso e P. B., em consequência disso, entrou num estado que os místicos medievais chamavam de a Noite Escura da Alma. Por três anos ele não teve nem tempo nem capacidade para meditar ou mesmo para sustentar a aspiração.

Um acontecimento inesperado arrancou P. B. de sua depressão espiritual. Ele retomou novamente a prática de meditação, e depois de algumas semanas recuperou, numa sessão memorável, o nível de consciência que havia desfrutado antes. Mas agora era com maior conhecimento e compreensão. Ele começou a ver com clareza os padrões e os significados que estavam por detrás de sua própria vida e da vida dos demais. Compreendeu que ao longo de seus anos de escuridão a Presença espiritual nunca o havia abandonado, mas havia aguardado silenciosamente o momento em que seus próprios esforços o reuniriam a ela. Extraiu disso a grande lição da necessidade de se ter esperança e, mais que isso, sentiu-se incumbido da tarefa de comunicar isso a outros que poderiam se sentir desencorajados por seu insucesso na busca.

Anos de desenvolvimento e crescimento seguiram esta segunda iluminação. Por muitos meses, durante o ano de 1918, P. B. ouviu o que ele chama de “Verbo Interior”, compreendendo que a fonte de força e sabedoria não deveria ser buscada em nenhum lugar além do Ser interior de cada um.

Após a Primeira Guerra Mundial, P. B. morou por um período em Bloomsbury. Dividiu um apartamento com Michael Juste, o fundador da Livraria Atlantis, na mesma casa onde Virginia e Leonardo Woolf mais tarde estabeleceriam sua residência e o mesmo lugar da Editora Hogarth. Tendo sido sempre um escritor nato e até compulsivo, P. B. agora entrou no mundo do jornalismo e se tornou um revisor bem sucedido e um escritor de material publicitário de sucesso.


No final dos anos 20, P. B. iniciou uma pesquisa intensa no Oriente, levada a cabo com o apoio do Secretário de Estado para a Biblioteca da Índia. Assim amparado, iniciou sua primeira viagem ao leste. Durante os anos 30-1, viajou pela Índia, se mesclando com todas as classes e encontrando yoguis, faquires, homens e mulheres santos de todos os graus. Os dois por quem ele sentiu a mais profunda afinidade foram o Shankaracharya de Kamokoti e Sri Ramana Maharshi, o Sábio de Arunachala (que não deve ser confundido com Maharishee Mahesh Yogi). Shankaracharya, líder espiritual do Sul da Índia e o herdeiro da linhagem Vedântica, fundada pelo primeiro Shankara, nasceu em 1895. Ele foi visto em darshan público lendo os Notebooks de P. B.. Sendo líder de uma instituição pública, ele se recusou a ter P. B. como discípulo, mas lhe sugeriu que fosse para Arunachala, uma montanha sagrada no extremo sul da Índia e conhecesse um sábio que morava lá. Este era Ramana Maharshi, praticamente desconhecido naquela época, agora celebrado como um representante singular e moderno da mais pura escola Advaíta (não dualista) de filosofia e autorealização.

A busca de P. B. pelos tesouros espirituais da Índia encontrou seu clímax no encontro com Ramana Maharshi. Conforme apresenta em seu livro A Índia Secreta, ele começou então uma busca interior sob a direção do sábio. Por meio de meditação na pergunta “Quem sou Eu?”, ele descobriu que não era o corpo; nem as emoções, nem o intelecto. Finalmente, ele foi levado ao estado de ausência de pensamentos do Ser puro, que permitiu que um Eu mais elevado, insuspeito, assumisse o comando. Isso por si só foi liberdade perfeita. Na realidade, como ele nos conta bem mais tarde nos Notebooks, essa não foi uma experiência nova para P. B., mas um contato renovado com o estado que ele tinha conhecido anos antes.

Enquanto estava na Índia, P. B. contraiu malária maligna, que o debilitou por dois anos. Ao se recuperar, ele recusou as muitas ofertas de trabalho editorial e publicitário lucrativos que apareceram no seu caminho e começou a converter suas experiências indianas em um livro. Ele se estabeleceu numa vila calma no sul de Buckinghamshire. Ficou alojado em dois cômodos de uma hospedaria até que sua pequena casa fosse construída.
A Índia Secreta apresenta seu autor como sendo um pouco cético e ingênuo, mas é preciso compreender que isso foi uma atitude deliberada, adotada conscientemente para atrair leitores céticos e ingênuos dos anos 30. Ainda era a era do Império, quando o colonialismo e o movimento missionário cristão inculcaram na Inglaterra um desprezo inveterado pelo homem pardo e suas religiões. Mas aqui estava um viajante que não só testemunhou fenômenos que confundiam a ciência materialista, não somente ousou enaltecer o Islã como uma religião socialmente louvável e racional, mas que acabou sentado com profundo respeito aos pés de um iogui que vestia tanga. Para a introdução do livro, P. B. convidou Sir Francis Younghusband, co-líder da força expedicionária britânica que invadiu o Tibet em 1904 e que, agora aposentado, se dedicava à reconciliação das religiões do mundo. O livro foi recebido com entusiasmo e vendeu um quarto de milhão de cópias em várias línguas.
Em duas ocasiões distintas, depois de seu retorno da Índia, P. B. recebeu em meditação uma solene incumbência ou missão. Numa noite de verão, à margem do Tamisa, ele foi mergulhado num estado de transe profundo e entrou na presença dos Quatro Grandes Seres que zelam pelo bem estar do planeta. Uma tarefa especial lhe foi dada, que era ao mesmo tempo assustadora e exaltante. Novamente, em 1934, quando estava prestes a partir para sua segunda viagem ao leste, recebeu um apelo do sábio que tinha conhecido lá para compartilhar com os outros o seu conhecimento sobre o caminho que leva ao Eu espiritual. Colocando de lado seus preparativos para a viagem, ele respondeu escrevendo o livro O Caminho Secreto em apenas quatro semanas. Alice A. Bailey escreveu o Prefácio e o livro foi publicado em 1935.


O Caminho Secreto é um pequeno manual de meditação, um dos primeiros a surgirem no Ocidente moderno e o primeiro a explicar o método de Autoindagação como ensinado por Raman Maharshi. Aqui P. B. estabelece um de seus princípios mais firmes: independentemente de quão místico ou abstruso seja o seu material, explicá-lo sempre em inglês bom e claro. Em vão se investiga seus trabalhos pelas notas de rodapés, pelos termos não traduzidos do sânscrito, chinês e tibetano que adornam a erudita literatura e intimidam os leitores não acadêmicos. O que P. B. aprendeu no Oriente e da tradição antiga, ele apresenta como uma sabedoria viva, que é preciosa tanto para o operário de fábrica como para o professor. Este estilo de apresentação naturalmente o retirou da estima do mundo acadêmico, enquanto certos revisores abusaram nas críticas. Ele reflete sobre essa reação nos prefácios de alguns de seus livros.

P. B. iniciou sua segunda viagem com um período no Egito, onde coletou os materiais e passou pelas estranhas experiências narradas em O Egito Secreto. Este é o mais sensacional de seus trabalhos, abordando a história oculta e as origens Atlantes da civilização e monumentos egípcios, bem como a questão dos mágicos atuais. P. B. passou uma noite dentro da Grande Pirâmide. Equipado com nervos mais fortes do que a maioria de seus leitores, ele parece ter revivido o processo iniciático para o qual a Pirâmide tinha originalmente a intenção de servir. Isso demonstrava ao neófito, além de qualquer dúvida, a imortalidade de seu ser e sua máxima libertação do mundo material.

As duas “Buscas” de P. B. homenageiam as fontes gêmeas do esoterismo moderno. Por um lado, há o Egito, lar dos construtores da Pirâmide e da tradição Hermética: o Egito, que considerava como crianças os gregos antigos cujos filósofos para lá iam em busca de iniciação. A Alquimia, o Gnosticismo, a Franco Maçonaria e a tradição mágica ocidental, todos traçam suas raízes no Egito. Por outro lado, existe a Índia, tardiamente descoberta pelo Ocidente, fonte dos Vedas e do Bhagavad Gita; lar de Krishna e de Gautama o Buda. As doutrinas esotéricas da Índia tiveram atenção mais ampla no Ocidente com a Sociedade Teosófica, no final do século dezenove. Era para P.B. desmistificá-las e providenciar uma adaptação prática da yoga (o caminho de se tornar um “submetido” a Deus - a raiz da palavra é a mesma) para as pessoas comuns.

Continuando sua viagem, P. B. navegou do Egito para a Índia e novamente alcançou o ashram de Ramana Maharshi antes do fim de 1935. Um dia, ao subir o topo da montanha sagrada de Arunachala, P. B. se sentiu impelido a dirigir-se aos seus companheiros do Ocidente, que ele podia ver espiralando para baixo em direção a um materialismo sem propósitos. Sem demora escreveu a substância de um pequeno livro, que como seus posteriores Notebooks não é uma argumentação ou narrativa contínua, mas uma série de parágrafos conectados livremente. Mensagem de Arunachala é um chamado sério para o Mundo Ocidental atender sua alma. Posteriormente, P. B. arrependeu-se por o tom do livro ter sido tão negativo, mas reflete bem as nuvens que se juntavam sobre a Europa no momento de sua escrita.

No verão de 1936, P. B. fez um retiro em pequeno bangalô no alto dos Himalaias, a convite de um príncipe do Nepal. Deste retiro saiu talvez o seu livro mais belo livro, Um Heremita no Himalaia, que é repleto de seu amor pela natureza intacta e de sua afinidade com as estrelas. Aqui ele fala mais intimamente com o leitor, deixando cair a máscara que criou para as duas “Buscas” e se mostrando vivendo a vida simples e solitária que preferia, movendo-se gradualmente, como ele se expressa, “para dentro das cortes do Senhor”.


No verão seguinte foi Maharajah de Mysore quem lhe ofereceu hospitalidade e as condições favoráveis para escrever A Busca do Eu Superior. Maharajah era um soberano muito iluminado e um devoto do não dualismo Vedanta. Seu patrocínio a P. B., junto com a amizade dos Maharajahs Leitores de Filosofia, T Subrahmanya Iyer e de T.M.P. Mahadevan, Professor de Filosofia na Universidade de Madras, desmentiram os críticos indianos e orientais de P. B. que afirmavam que, escrevendo livros populares ele tinha diluído ou distorcido as doutrinas orientais. Frequentemente, o motivo por detrás de tais críticas originava-se da recusa de P. B. a endossar o guru favorito de alguém ou de emprestar sua energia a movimentos políticos. Aqueles que ensinavam e viviam a mais alta filosofia, como Ramana Maharshi, o Shankaracharya e Sri Atmananda, instintivamente o aceitaram como um dos seus. A Busca do Eu Superior é um sucessor de O Caminho Secreto, sendo um manual mais detalhado de meditação. Contém muitos exercícios designados a atrair pessoas de diferentes temperamentos e necessidades.

Foi em 1937 também, e sob o comando de Maharajah de Mysore, que P. B. fez um estudo especial dos ecos da sabedoria oriental na filosofia ocidental. Isto apareceu como Indian Philosophy and Modern Culture, um pequeno estudo que, dentre os livros de P. B., só ele não foi reimpresso por muitos anos.

O último fruto desse período indiano foi A Realidade Interna (intitulado Descoberta de Si na sua tiragem americana), escrito em 1938. O propósito específico deste livro era destinado aos Cristãos, para lhes apresentar o significado mais profundo de sua religião e para o benefício da prática da meditação. Há comentários fascinantes e originais sobre as Beatitudes, a Oração do Senhor etc., à luz da busca. É daqui que retiramos as palavras de P. B. sobre Jesus como descrito no evangelho de São João.

Em 1938, P. B. deixou o oriente para ir para os Estados Unidos, onde passou alguns meses. Da costa oeste, ele navegou de volta à Ásia, visitando a China, a Tailândia e o Camboja, antes de se instalar novamente na Índia pelo período de duração da Segunda Guerra Mundial. Foi em 1939 que ele foi às ruínas de Angkor no Camboja, outrora a base de uma civilização de alta espiritualidade que tinha mesclado o hinduísmo e o budismo harmoniosamente. P. B. foi lá, como antes tinha ido a Madame Blavatsky, para receber um certo contato através da meditação. Mas outro contato foi feito lá, físico, que seria de grande significância para ele. Esse foi com um lama mongol exilado, que era capaz de responder algumas questões metafísicas importantes. Graças à chave fornecida por esse mongol, P. B. pôde iniciar sua obra filosófica magistral.

O projeto ambicioso de um trabalho de dois volumes que explicaria em linguagem simples a mais alta filosofia e suas práticas concomitantes foi mais tarde, para o pesar de P. B., divido em dois livros separados, A Sabedoria Oculta Além da Ioga e A Sabedoria do Eu Superior. Muitos que haviam apreciado seus escritos anteriores ficaram desapontados com esses, por serem, francamente, leituras difíceis. Aqueles que persistiram aprenderam que além das gratificações da devoção religiosa, além dos êxtases do misticismo, jaz o reino da Filosofia verdadeira, um termo para o qual P. B. recuperou seu sentido nobre de “amor à sabedoria”. Ele explica por que não é suficiente ter experiências psíquicas ou mesmo espirituais: é preciso entender o que se experiencia, ou então corre-se o risco de autoengano, de desequilíbrio, ou de dogmatismo para o qual o misticismo não é a cura – de fato, é o que tem acontecido frequentemente com os psíquicos e com os místicos. A “sabedoria oculta além da ioga” é a sabedoria que sabe por que alguém pratica ioga (ou meditação, pois P. B. quase nunca se interessa pela Hatha Yoga, ou ioga física). É a sabedoria cosmológica que sabe como o mundo vem a ser; como nós o percebemos e por que o mundo é como é.


O primeiro volume, A Sabedoria Oculta Além da Ioga, dirige o leitor passo a passo à admissão de que o mundo material como normalmente é concebido simplesmente não pode existir. O segundo volume, A Sabedoria do Eu Superior, oferece a solução desse impasse ao adotar uma filosofia puramente “mentalista”. Explica como todo o nosso mundo é projetado pelas nossas mentes e como o grande mundo externo a nós é projetado como um pensamento da Mente-do-Mundo. É uma proeza de rara ordem ter exposto esta doutrina sutil e revolucionária sem jargão e sem o exagero de termos difíceis. P. B. reduz a incontrolável riqueza da filosofia oriental a poucos conceitos monumentais, dos quais os mais importantes são os seguintes: o Ego, o ser ilusório e separado que cada um de nós pensa ser; o Eu Superior, que é a nossa realidade divina; a Mente do Mundo, criadora de todos os universos; a própria Mente, o fundamento silencioso e não manifesto de todo o ser.

É impossível transmitir adequadamente a majestade de A Sabedoria do Eu Superior; a pungência de seus capítulos sobre o sofrimento, a morte e da então atual guerra mundial; o valor supremo dos exercícios práticos de ioga mental, que não são encontrados em nenhum outro lugar da literatura ocidental. Acima de tudo, há o efeito transformativo de sua filosofia, como água dada a quem está morrendo de sede no deserto da pseudo-filosofia moderna.

P. B. terminou o livro A Sabedoria do Eu Superior em dezembro de 1942. Ele tinha escrito dez livros em menos de dez anos e agora estava tão silencioso que foram publicadas notícias sobre sua morte. Ele saiu da Índia no fim da guerra e suas viagens subsequentes o levaram novamente ao redor do mundo, apesar de não podermos traçá-las mais exatamente. Um homem como P. B. nunca está inativo, mesmo que possa passar um ou mais anos sem ser visto fazer coisa alguma, além de comer um pouco e dormir menos. A busca continua em reinos que não podemos imaginar, e o fardo de ajudar a humanidade, uma vez aceito, pode tomar formas estranhas e internas.

Em 1952 ele quebrou seu silêncio, publicando A Crise Espiritual do Homem. Este foi o primeiro livro desde A Índia Secreta que ele conseguiu escrever com folga e os Notebooks contêm centenas de parágrafos adicionais que certamente vêm desse período. A “crise espiritual” do título é redutível à pergunta: A raça humana vai aprender sua lição de duas guerras mundiais ou pela ignorância vai mergulhar num terceiro desastre ainda mais terrível? O livro é uma reflexão sobre as consequencias espirituais da Segunda Guerra Mundial e da única direção onde existe esperança para o futuro: aquela do retorno da humanidade aos princípios morais e espirituais. Mais que isso, é um trabalho de inspiração para o indivíduo que colocou os pés no caminho do retorno, mas está obrigado a viver entre aqueles que o ignoram ou o recusam.

A Crise Espiritual do Homem foi o último livro que P. B. publicou em vida. No ano seguinte, 1953, ele próprio entrou em uma crise. Pegou uma doença tropical, contraída no oriente distante, que ameaçou terminar fatalmente. Entrando em um estado de coma, ele encontrou a figura astral de um Mestre muito conhecido e muito amado, que lhe deu a escolha entre deixar o seu corpo naquele momento e naquele lugar ou recuperar-se e continuar sua vida terrena para o benefício de seus companheiros humanos. De pena daqueles que nele buscavam ajuda, P. B. relutantemente decidiu retornar e completar sua missão.

Sempre destinado a ser um andarilho, P. B. continuou viajando. Esteve na Nova Zelândia por dois anos; passou tempos na Austrália e nos Estados Unidos. Ele constantemente recusava convites que o colocassem como uma figura pública, ou mesmo que o tornassem o foco de um de ashram particular como fora Ramana Maharshi. Mais tarde ele se estabeleceu na Suíça, vivendo principalmente às margens do Lago de Lugano e do Lago de Genebra. Valorizava sua solitude e a protegia das importunações dos bem intencionados e dos meio loucos igualmente, mantendo apenas um endereço postal. Ocasionalmente consentia dar entrevistas, mas somente sob a condição de o interessado não esperar encontrar nele um guru. Fazer as comprar e cozinhar para si, enfrentando os rigores do inverno alpino – isso se tornou crescentemente penoso quando ele se aproximou dos oitenta anos. Nos seus últimos anos, os amigos asseguraram que ele sempre tivesse um assistente à mão para cuidar das tarefas domésticas e escrever cartas para ele.

Um pouco do que P. B. tinha feito durante seus anos de silêncio emergiu quando foi percebido que ele tinha escrito umas sete mil páginas de anotações, junto com mais três mil páginas de material de pesquisa relativo, deliberadamente guardadas para publicação póstuma. Aparentemente, P. B. quase não passou um dia sem escrever alguma coisa, em obediência à sua profissão escolhida e a seu hábito de vida. Mas longe de ser um discurso conectado ou um tratado, essas anotações pareciam ter sido feitas aleatoriamente, em cada assunto concebível. Elas variavam de sentenças simples a parágrafos substanciais, havia também uns poucos ensaios de uma página ou um pouco mais longos. Em total contraste com sua natureza física – por que eram frequentemente escritas em minúsculos pedaços de papel ou em cadernos pautados baratos – as anotações apresentavam um aprofundamento da filosofia que tinha sido exposta nos livros publicados, refletindo mudanças muito consideráveis pelas quais P. B. tinha passado desde seu silêncio.

Quando uns poucos amigos de P. B. souberam da existência desse material, preocuparam-se para que ele não se perdesse, além da grande vontade de ler o que P. B. vagamente dizia ser seu “Resumo” Um grupo de americanos que havia sido apresentado ao seu trabalho por Anthony Damiani, o fundador do Centro de Filosofia Wisdom’s Goldenrod, recebeu a permissão de iniciar a digitação e a seleção dessas anotações com vistas a sua publicação posterior. Quando P. B. morreu, no dia 27 de julho de 1981, ele tinha estabelecido vinte e oito categorias sob as quais o material deveria ser classificado. Os manuscritos foram transferidos para Valois, no Lago Seneca, em Nova Iorque, onde um trabalho intenso foi realizado com eles. Uma coleção de ensaios, aparentemente datando dos anos 40 e 50, foi publicada em 1984 como Essays on the Quest (Ensaios sobre a Busca), e no mesmo ano o primeiro volume dos Notebooks apareceu com o título Ideias em Perspectiva, impresso pela Larson Publications. A devoção absoluta de apenas uma dúzia de pessoas e seus financiadores permitiram que as séries dos Notebooks fossem publicadas numa rapidez sem precedentes, com o décimo sexto e último livro aparecendo em 1989.


Paul Brunton foi um sábio: um homem iluminado ou liberado; ou um jivan mukti, se alguém preferir a precisão do termo hindu. Observe, no entanto, que a reivindicação é nossa, não dele. Não é falsa modéstia que o faz se afastar cuidadosamente de afirmar sua própria iluminação, enquanto escrevia com clareza sem precedentes sobre o estado de consciência do homem que atingiu o objetivo de busca humana. É inerente à própria coisa que faz de um homem um sábio: que ele tenha banido seu ego permanentemente e não tenha mais nenhum senso de identidade pessoal além do que ele possa assumir por conveniência ou cortesia. Ele vive em união com o Eu Superior, que nunca atingiu iluminação pela simples razão de que sua essência interna é iluminação. Partindo desse ponto de vista, ele está descrevendo um processo e um estado sobre os quais ele não tem nenhum senso de posse. O conhecimento que isso também é o destino de cada um de nós parece ser tão essencial quanto qualquer coisa que possa ser compreendida pela leitura. http://paulbruntondailynote.se/page3.php?setLang=pt

Bom Estudo
Lu Perez

sábado, 18 de março de 2017

Equinócio de Outono



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Momento de agradecer e se despedir de um ciclo onde o elemento água era regido pela força de peixes... deixando ir situações que não condiz com o seu caminho. ( reportando o fim do zodíaco)

Entramos no eterno recomeço, saindo do absoluto simbolizado pelo oceano dos peixes, para o raio de luz destinado a criar.

Oportunidade para se conectar com Yin e Yang (água e fogo) e achando a perfeita harmonia interior. Na sabedoria dos Maias a frase para o equinócio é:  "Ponho em ordem minha liberação, através do conhecimento e da magia de brincar com a vida, sem ofender-me""

O equinócio apresenta  equilíbrio, liberação, auto-maestria...aprendendo a caminhar de forma mais sincera consigo mesmo, desprogramando as meias verdades.

Sairemos do sonhador e intuitivo, para o reino ardente de áries onde nos impulsionará para a realização das nossas metas.

Na segunda feira dia 20/3 tudo vai recomeçar, o sol vai renascer novo dentro de nós e com ele muita luz, iluminando a nossa vida de dentro para fora.

O sol é o símbolo do elemento fogo onde o Deus Persa Mitra senta para olhar todos e também o sol é o trono de Amon-Rá Deus do Egito, honremos assim essas forças ancestrais.

Lembre-se que na sua aurora muitas promessas e realizações surgiram numa luz intensa, não deixe que a compulsão pela realização na matéria ofusque seus olhos deixando-te cair em armadilhas.

Namastê
Lu Perez

Restaurantes Veganos de São Paulo 2017





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Lista completa dos Restaurantes Veganos de São Paulo

– Anna Prem: Rua Muniz de Sousa, 1114 – Aclimação
– ASSEAMA: Av. Cmte. Antônio Paiva Sampaio, 122 – Parque Vitória
– Barão Natural: Alameda Barão de Limeira, 1090 – Campos Elíseos
– Barão Natural 2: Rua João Moura, 861 – Pinheiros
– Barão Natural 3: Rua Mateus Grou, 72 – Pinheiros
 Barão Natural 4: Rua Coelho Lisboa, 3552 – Tatuapé
– Biozone: Rua Fradique Coutinho, 1225 – Vila Madalena
– Broto Primavera: Rua São Joaquim, 295 – Liberdade
– Casa Jaya: Rua Capote Valente, 305 – Pinheiros
– Casa RAWRua Dr. Franco da Rocha, 515 – Perdizes
– Congolinária: Rua Marinho Falcão, 55 – Vila Madalena
– Espaço Food for Life (aos sábados): Rua Itápolis 1531- Pacaembú
– Govinda’s Natural: Rua Muniz de Souza, 774 – Aclimação
– LAUT: Rua Augusta, 1524 – Consolação
– Lar Vegetariano Vegan: Rua Clélia, 278 – Perdizes
– Loving Hut Vila Mariana: Rua França Pinto, 243 – Vila Mariana
– Loving Hut Jardins: Rua Augusta, 1961 – Cerqueira César
– Mount Zion Vegan: Rua Clélia, 1473 – Lapa
– Panda Vegano: Rua Líbero Badaró, 137 – Centro
– Taste and See: Alameda Raja Gabaglia, 254 – Vila Olímpia
– Túnel do tempo Cultura VEG: Rua Major Maragliano, 387 – Vila Mariana
– Vegg’s: Rua Padre Machado, 51 – Vila Mariana
– Vegacy: Alameda Jaú, 1581 – Jardim Paulista
– Vegan & Co.: Avenida Corifeu de Azevedo Marques 1560 – Butantã

Restaurantes Vegetarianos (com opções veganas)

– Alcachofra Natural: Rua Quitanda, 114, 1º andar – Centro
– Alternativa Casa do Natural: Rua Fradique Coutinho, 910 – Vila Madalena
– Ambrosio Cozinha Afetiva: Rua Zacarias de Gois, 1201 – Campo Belo
– Apfel Jardins: Rua Bela Cintra, 1343  – Consolação
– Apfel Centro: Rua Dom José de Barros, 99 – República
– Babiló: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.232 – Jardim Paulistano
– Babiló: Avenida Chucri Zaidan, 902, Piso 1 – Morumbi
– Banana Verde: Rua Harmonia, 278 – Vila Madalena
– Bio Alternativa: Alameda Santos, 2214 – Cerqueira César
– Bio Alternativa Higienópolis: Rua Maranhão, 812 – Higienópolis
– Bioqualittà: Rua Cardoso de Almeira, 1457 – Perdizes
– Boa Saúde Restaurante Vegetariano: Rua Tobias Barreto, 809 – Mooca
– Cachoeira Tropical Itaim: Rua João Cachoeira 275 – Itaim Bibi
– Casa Prema: Avenida Eusébio Matoso, 246 – Pinheiros
– Delícia Natural Produtos Naturais e Restaurante: Rua Albion, 188 – Lapa
– Demether Cozinha Vegetariana: Rua Verbo Divino, 1503 – Chácara Santo Antonio
– Empório Grãos da Terra: Rua Desembargador do Vale, 574 – Perdizes
– Espaço ZYM: Rua Tonelero, 1248 – Vila Ipojuca
– Flora Comida Vegana Vegetariana: Avenida Jabaquara, 1126 – Saúde
– Flor de Liz: Praça Duque de Caxias, 161 – Centro
– GOARua Cônego Eugênio Leite, 1152 – Pinheiros
– Gopala Hari: Rua Antônio Carlos, 429 – Consolação
– Gopala Madhava: Rua Antônio Carlos, 413 – Consolação
– Goshala: Rua dos Pinheiros, 413 – Consolação
– Granix Restaurante Vegetariano: Rua Amaro Bezerra Cavalcanti, 624 – Vila Matilde
– Grão Fino: Rua Pedroso Alvarenga, 672  – Itaim Bibi
– Loaa: Rua Hayden 242 – Vila Leopoldina
– Lagoa Tropical: Rua Borges Lagoa, 406 – Vila Clementino
– Le Manjue Organique: Rua Domingos Fernandes, 608 – Vila Nova Conceição
– Lótus: Rua Brigadeiro Tobias, 420 – Centro
– Maha Mantra: Rua Fradique Coutinho, 766 – Vila Madalena
– Moinho de Pedra: Rua Francisco de Morais, 227 – Chácara St Antônio
– Nutrisom: Viaduto Nove de Julho, 160 – Sobre loja – Bela Vista
– O Vegetariano Gourmet: Rua Dr Rafael de Barros, 40, 1º andar – Paraíso
– Pon Lai: Rua Vieira de Morais, 998 – Campo Belo
– Raízes Zen: Rua Monte Alegre, 1144 – Perdizes
– Recanto Vegetariano: Rua Florida, 1442 – Brooklin
– Restaurante Naturalle’s: Rua Agenor de Barros, 270 – Vila Pte. Rasa
– Safra Natural: Rua Venceslau Brás, 86 – Centro
– Saúde e Sabor: Rua Luís Coelho, 222 – Consolação
– Saúde & Sabor: Rua São Bento, 500 – 2º Andar – Centro
– Ser-Afim: Av. São Camilo, 288 – Granja Viana
– Simplesmente: Rua Mourato Coelho, 1008 – Pinheiros
– Super Natural: Rua Augusta, 2992 – Jardins
– VegeTAO: Rua Dr Diogo de Faria, 568 – Vila Clementino
– Veggie Café: Rua Dr. Zuquim, 1720 – Santana
– Vila Sabor: R. Hélio Lourenço Cagno, 20 – Jabaquara
– Vila das Rosas: Rua Jorge Rizzo 146, Pinheiros
– 62graus: Praça dos Omaguás, 62 – Pinheiros

Onívoros (com opções veganas)

– Ayoama (todas as unidades): Itaim / Higienópolis / Moema / Jardins / Morumbi / Tatuapé (necessário pedir adaptações veganas)
– Bawarchi: Rua Humberto, 281 – Vila Mariana
– Bento Natureba: Rua Marambaia, 60 – Casa Verde
– BIRA cafē . bar: Rua Joaquim Távora 955 – Vila Mariana
– Blú Bistro: Rua Monte Alegre, 591 – Perdizes
– Cachoeira Tropical Moema: Rua Gaivota, 1339 – Moema
– Cachoeira Tropical Jardins: Rua Jeronimo da Veiga, 153 – Jardins
– Canuck’s Poutinerie: Rua Tangará, 145 – Vila Mariana
– Cereal Brasil: Rua Rodésia, 242 – Vila Madalena
– Congosto: Rua Cisplatina, 82 – Ipiranga
– DonBei: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1410 – Bela Vista (necessário pedir adaptações veganas)
– Habib Ali: Av. Rio Branco, 443 – Campos Elíseos
 Halim: Rua Doutor Rafael De Barros, 56 – Paraíso
– Lá de casa: Rua Augusta, 829 – Consolação
– Levite: Av. Eng. Luís Carlos Berrini, 643 – Itaim Bibi
– Lucky Restaurante Chinês – Rua Conselheiro Furtado, 489 – Liberdade (necessário pedir adaptações veganas)
– Madhu: Rua Augusta, 1422 – Consolação
– Mamaafrica Comida Africana: Rua Cantagalo, 230 – Tatuapé
– Matsuya (todas as unidades): Aclimação / Moema / Morumbi / Perdizes / Santana / Vila Mariana (necessário pedir adaptações veganas)
– Miss Saigon: Alameda dos Jurupis, 1374 – Indianópolis
– Moema Natural: Alameda dos Arapanés, 1456 – Moema
– Moema Natural: Alameda Jauaperi, 1332 – Moema
– Nambu Cozinha de Raiz: Rua Alagoas, 651 – Higienópolis
– Natural da Vila: Rua Major Maragliano, 375 – Vila Mariana
– NATTU Restaurante: Rua Clodomiro Amazonas, 473 – Vila Nova Conceição
– Nutrisom: Rua Ramos Batista, 443 – Vila Olímpia
– Pastifício Primo (todas as unidades): Pinheiros / Higienópolis / Pompéia / Jardins
– Ronghe He (todas as unidades): Liberdade: Rua da Glória, 622-A; Paraíso: Rua Tutóia, 312; Avenida Ibirapuera, 2343
– Samosa & Company: Alameda Jaú, 1639 – Jardins
– Samosa & Company: Rua Padre Machado, 137 – Saúde
– Sanpo Bentô Deli: Rua Fradique Coutinho, 166 – Pinheiros
– São Paulo Tokyo: Rua Borges Lagoa, 1172 – Vila Clementino (necessário pedir adaptações veganas)
– Sapporo: Pça Nossa Senhora da Aparecida, 114 – Moema (necessário pedir adaptações veganas)
– Satori (macrobiótico): Praça Carlos Gomes, 60 – Liberdade
– Shibuya Sushi Lounge: Praça Tomás Morus, 200 – Água Branca (necessário pedir adaptações veganas)
– Shimpo Sushi Bar: Av. Braz Leme, 429 – Santana (necessário pedir adaptações veganas)
– Sushibol (todas as unidades): Pinheiro: Rua dos Pinheiros, 1143; Perdizes: Rua Dr. Homem de Melo, 436; Jardins: Rua Oscar Freire, 565 (necessário pedir adaptações veganas)
– Sushi da Villa: Rua Wisard, 574 – Vila Madalena (necessário pedir adaptações veganas)
– Sushimar: Alameda Campinas, n° 1307 – Jardim Paulista (necessário pedir adaptações veganas)
– Tandoor: Avenida Doutor Rafael de Barros, 408 – Paraíso
– Tanuki Sushi: Rua Jericó, 287 – Vila Madalena
– Vapiano: Rua Joaquim Floriano, 422 – Itaim Bibi
– Venezinha Café: Avenida Paulista, 486 – Bela Vista

Bares, cafés e Lanchonetes (veganos ou com opções veganas)

 Ambrosio Cozinha Afetiva (com opções veganas): Rua Zacarias de Gois, 1201 – Campo Belo
– América (com opções veganas): todas as unidades
– Amma Chocolate (com opções veganas): Alameda Ministro Rocha de Azevedo, 1052 – Jardins
 Al Hoda: Rua Vergueiro, 2000 – Vila Mariana
– Armazén 77: Rua Betari, 525 – Penha
– Aro 27 Bike Café (com opções veganas): Rua Eugênio de Medeiros, 445 – Pinheiros
– Baderna: Rua Oscar Freire, 2529 – Pinheiros
– BARchonete (com opções veganas): Rua Augusta, 837 – Consolação
– Boteco do Gois (com opções veganas): Rua das Palmeiras, 130 – Santa Cecília
– Boteco Ouzar (com opções veganas): Rua Visconde de Pirajá, 4 – Ipiranga
 Castro Burger (com opções veganas): Rua Joaquim Távora, 1517 – Vila Mariana
– DiceZ (com opções veganas): Av. Pompéia, 2549 – Vila Pompéia
– Dona Augusta Bar (com opções veganas): Rua Augusta, 1112 – Bela Vista
– Guna Vegan: Rua Augusta, 1982 – Cerqueira César
– Gran Vegano: inauguração em breve – Zona Leste
– Grandog Gourmet (com opções veganas): Rua Frei Caneca, 569 – Consolação
– Hot Dog Company (com opções veganas): Rua Augusta 1492 – Consolação
– JailHouse (com opções veganas): Rua Tuiuti, 921 Tatuapé
– Jazz Restô & Burguers (com opções veganas): Rua Vergueiro, 2080 – Vila Mariana
– KOF King of the Fork (com opções veganas): Rua Artur de Azevedo 1317 – Pinheiros
– Las Magrelas (com opções veganas): Rua Artur de Azevedo, 922 – Pinheiros
– Maoz (vegano): Rua Augusta, 1523 – Consolação
– Mate por Favor (com opções veganas): Rua Augusta, 1492 – Consolação
– Mate & Cia: Rua Senador Feijó, 18 – Sé
– Mount Zion Vegan (vegano): Rua Clélia, 1473 – Lapa
– Mun Artesanal (vegano): Rua Afonso Pena, 322 – Bom Retiro
– Na Garagem (com opções veganas): Rua Benjamim Egas, 301 – Pinheiros
– Novos Veganos (vegano): Rua Icobé, 03 – Vila Salete
– Parise Gourmet (com opções veganas): Rua Indiana, 929 – Brooklin Paulista
– Pastel da Augusta (com opções veganas): Rua Augusta, 1524 – Consolação
– Pokee Hi (com opções veganas): Rua Augusta, 2052 – Cerqueira César
– Prime Dog (com opções veganas): Rua Vergueiro, 1960 – Vila Mariana
– Prime Dog (com opções veganas): Av Faria Lima, 1814 – Jardim Europa
– Quanta Cafeína (com opções veganas): Rua Conselheiro Rodrigues Alves, 62 – Vila Mariana
– Shopping for Vegan (vegano): Av. Nova Independência, 272 – Brooklin Paulista
 Suffle Bar (vegano): Rua Ana Cintra, 132 – Campos Elíseos
– Salad Days (vegano): Rua Machado de Assis, 282 – Vila Mariana
– Sanduba4you (com opções veganas): Rua Pelotas, 83 – Vila Mariana
– São Paulo Tap House (com opção vegana): Rua Girassol, 340 – Vila Madalena
– Sharanam Burguer (vegano): Rua Padre José dos Santos, 80 – Santana
– Taberna Medieval (com opções veganas): Rua Gandavo, 456 – Vila Clementino
– Tabuleiro Sim (com opções veganas): Av. Professor Alfonso Bovero, 1107 – Perdizes
– The Bagel Brasil (com opções veganas): Rua Deputado Lacerda Franco, 133 – Pinheiros
– The Flavor – Vegan Candy & Burger Shop (vegano): Rua Caraíbas 1253 – Perdizes
– Tubaína Bar (com opções veganas): Rua Haddock Lobo, 74 – Cerqueira César

Pizzas e Pizzarias Veganas (ou com opções veganas)

– ASSEAMA (vegana): Av. Cmte. Antônio Paiva Sampaio, 122 – Parque Vitória
– Barão Natural (vegana): Alameda Barão de Limeira, 1090 – Campos Elíseos
– Barão Natural 4 (vegana): Rua Coelho Lisboa, 3552 – Tatuapé
– Bella Mooca (vegana): Rua Dr. João Batista de Lacerda, 96 – Mooca
– Casa Jaya (vegana): Rua Capote Valente, 305 – Pinheiros
– Digathô (com opções veganas): Avenida XV de novembro, 1632 – Itapecerica da Serra
– Di Fondi Pizza (com opções veganas): Rua Inácio Pereira da Rocha, 15 – Vila Madalena
– Família Presto (com opções veganas): Rua Esmeralda, 39 – Aclimação
– Folhão Bar / Folhão Pizzas (com opções veganas): Alameda Barão de Limeira, 374 – Campos Elísios
– João do Grão (com opções veganas): Avenida São Camilo, 288 – Granja Viana
– La Mamma Cucina (com opções veganas): Rua Mesquita, 448 – Aclimação
– Piola Jardins (com opções veganas): Alameda Lorena, 1765 – Jardins
– Pizzaria Integrale (com opções veganas): Rua Fradique Coutinho, 889 – Pinheiros
– Pizzaria Veridiana (com opções veganas): Rua Dona Veridiana, 661 – Perdizes
– Trivial Pizzaria (com opções veganas): Rua Pirajussara, 460 – Butantã
– Veni Vidi Vici (com opções veganas): Rua Antônio Carlos, 423 – Consolação
– 1900 Pizzeria (todas as unidades)(com opções veganas): Vila Mariana/Perdizes/Moema/Morumbi/Jardins/Tatuapé/Chácara Flora/Shopping Eldorado

Sorveterias

– Casa Elli Jardins (com opções veganas): Alameda Tietê, 163 – Jardim Paulista
– Gelati Italia (com opções veganas): Rua dos Pinheiros, 275 – Pinheiros
– Le Botteghe Di Leonardo (com opções veganas): Rua Oscar Freire, 42 – Jardins
– Soroko (com opções veganas): Rua Augusta, 305 – Consolação
– Stuzzi (com opções veganas): Rua Paulistânia, 450 – Vila Madalena
– Stuzzi (com opções veganas): Rua Zacarias de Góis, 1419 – Campo Belo
– Veganeria (vegano): Rua Harmonia, 506 – Vila Madalena

Empórios / Lanchonetes / Lojas

– Arte Vegan (vegano): Av. São João, 439, 3 and. loja 429 – Centro
– ASSEAMA (vegano): Av. Cmte. Antônio Paiva Sampaio, 122 – Parque Vitória
– Delícia Natural Produtos Naturais e Restaurante: Rua Albion, 188 – Lapa
– Empório Grãos da Terra (vegetariano): Rua Desembargador do Vale, 574 – Perdizes
– Empório Mais Verde (vegano): Rua Afonso Celso, 1394 – Vila Mariana
– Granix Restaurante Vegetariano: Rua Amaro Bezerra Cavalcanti, 624 – Vila Matilde
– Mercado Granel: Rua Carlos Weber, 1539 – Vila Leopoldina
– Moinho de Pedra (vegetariano): Rua Francisco de Morais, 227 – Chácara St Antônio
– Naturall da Fazenda (vegetariano): Rua Dr.Cesario Motta Jr. 257 – Vila Buarque (loja 1)
– Naturall da Fazenda (vegetariano): Rua Fernando de Albuquerque 98 – Consolação (loja2)
– No Bones (vegano): Rua Caraíbas, 1243 – Pompéia
– Quinua Real Empório Vegano (vegano): Rua Serra de Bragança, 1414 – Vila Gomes Cardim
– Solli Orgânicos: Av. Pedroso de Morais, 816 – Pinheiros
– Shopping for Vegan (vegano): Av. Nova Independência, 272 – Brooklin Paulista
– Veganza (vegano): Rua Tucuna, 1052 – Vila Pompéia
– Veggie Café (vegetariano): Rua Dr. Zuquim, 1720 – Santana
– Veggie Life (vegano): Rua Barão de Itapetininga, 37, Loja 47 – República
– Urban Remedy Brasil (todas as unidades): Shopping Iguatemi, Shopping Higienópolis, Rua Oscar Freire, 974

Marmitarias Veganas (ou com opções veganas)

– Anhangá Vegan Food SP: região central e catracas do Metrô
– Cozinha da Andorinha: regiões sob consulta
– Dona Emilia Delícias Veganas: Rua Serra de Bragança, 1558 – Vila Gomes Cardim
– Eatwell Brasil (com opções veganas): toda São Paulo
– LeChaim nat&veg: região da Santa Cecília, República, Anhangabaú, Largo do Arouche e proximidades
– Lehka’s Comidinha Vegana: Rua Costa Barros, 2103 – Vila Alpina
– Mah Oliveira Cozinha Vegana: regiões sob consulta
– Manas Veganas: região da Avenida Paulista, bairros Jardins e Bela Vista
– Maná Vegano: Rua Antônio Lindouro da Silva – Vila Matilde
– Mercearia Pompone: regiões sob consulta
– Momon Veggies: regiões Berrini e Vila Olímpia
– VeganJá: toda a cidade (confira as regiões)
– Verdurinha (com opções veganas): Rua dos Jasmins, 110 – Mirandopolis

Delivery

– América (hambúrguer): todas as unidades
– Barão Natural (refeições e pizza): Alameda Barão de Limeira, 1090 – Campos Elíseos
– Barão Natural 2 (refeições): Rua João Moura, 861 – Pinheiros
– Barão Natural 3 (refeições): Rua Mateus Grou, 72 – Pinheiros
 Barão Natural 4 (refeições e pizza): Rua Coelho Lisboa, 3552 – Tatuapé
– Bella Mooca (pizza): Rua Dr. João Batista de Lacerda, 96 – Mooca
– Canuck’s Poutinerie (com opções veganas): Rua Tangará, 145 – Vila Mariana
– Cozinha da Andorinha (refeições/doces): regiões sob consulta
– Di Fondi Pizza (pizza): Rua Inácio Pereira da Rocha, 15, Vila Madalena
– Digathô (pizza)(com opções veganas): Avenida XV de novembro, 1632 – Itapecerica da Serra
– Dona Emilia Delícias Veganas (refeições): Rua Serra de Bragança, 1558 – Vila Gomes Cardim
– Eatwell Brasil (refeições): toda São Paulo
– Família Presto (pizza): Rua Esmeralda, 39 – Aclimação
– Folhão Bar / Folhão Pizzas (pizza): Alameda Barão de Limeira, 374 – Campos Elísios
– Gopala Madhava (refeições): Rua Antônio Carlos, 413 – Consolação
– LeChaim nat&veg (refeições): região da Santa Cecília, República, Anhangabaú, Largo do Arouche e proximidades
– Lehka’s Comidinha Vegana (refeições): Rua Costa Barros, 2103 – Vila Alpina
– Madhu (com opções veganas): Rua Augusta, 1422 – Consolação
– Mah Oliveira Cozinha Vegana (refeições): regiões sob consulta
– Mercearia Pompone (refeições): regiões sob consulta
– Momon Veggies (vegano): regiões Berrini e Vila Olímpia
– Pastifício Primo (massas/todas as unidades): Pinheiros / Higienópolis / Pompéia / Jardins
– Piola Jardins (pizza): Alameda Lorena, 1765 – Jardins
– Pizzaria Integrale (pizza): Rua Fradique Coutinho, 889 – Pinheiros
– Pizzaria Veridiana (com opções veganas): Rua Dona Veridiana, 661 – Perdizes
– Prime Dog (hambúrguer): pelo aplicativo iFood
– Trivial Pizzaria (pizza): Rua Pirajussara, 460 – Butantã
– Vegan Burger Bike Delivery (hambúrguer): confira a área de entrega
– Vegnsoul – Delivery vegetariano (refeições): região central
– Verdurinha (refeições): Rua dos Jasmins, 110 – Mirandopolis
– 1900 Pizzeria (todas as unidades)(com opções veganas): Vila Mariana/Perdizes/Moema/Morumbi/Jardins/Tatuapé/Chácara Flora/Shopping Eldorado

Jantar Vegano

– Alternativa Casa do Natural: Rua Fradique Coutinho, 910 – Vila Madalena
 Al Hoda (com opções veganas): Rua Vergueiro, 2000 – Vila Mariana
– América (com opções veganas): todas as unidades
– Armazén 77 (com opções veganas): Rua Betari, 525 – Penha
– ASSEAMA (vegano): Av. Cmte. Antônio Paiva Sampaio, 122 – Parque Vitória
– Ayoama (todas as unidades): Itaim / Higienópolis / Moema / Jardins / Morumbi / Tatuapé (necessário pedir adaptações veganas)
– Baderna (com opções veganas): Rua Oscar Freire, 2529 – Pinheiros
– Banana Verde (com opções veganas): Rua Harmonia, 278 – Vila Madalena
– Barão Natural (vegano): Alameda Barão de Limeira, 1090 – Campos Elíseos
 Barão Natural 4 (vegano): Rua Coelho Lisboa, 3552 – Tatuapé
– BARchonete (com opções veganas): Rua Augusta, 837 – Consolação
– Bawarchi (com opções veganas): Rua Humberto, 281 – Vila Mariana
– Bella Mooca (vegana): Rua Dr. João Batista de Lacerda, 96 – Mooca
– BIRA cafē . bar (com opções veganas): Rua Joaquim Távora 955 – Vila Mariana
– Boteco do Gois (com opções veganas): Rua das Palmeiras, 130 – Santa Cecília
– Boteco Ouzar (com opções veganas): Rua Visconde de Pirajá, 4 – Ipiranga
– Canuck’s Poutinerie (com opções veganas): Rua Tangará, 145 – Vila Mariana
– Casa Jaya (vegano): Rua Capote Valente, 305 – Pinheiros
 Castro Burger (com opções veganas): Rua Joaquim Távora, 1517 – Vila Mariana
– Di Fondi Pizza (com opções veganas): Rua Inácio Pereira da Rocha, 15 – Vila Madalena
– DiceZ (com opções veganas): Av. Pompéia, 2549 – Vila Pompéia
– Digathô(pizza)(com opções veganas): Avenida XV de novembro, 1632 – Itapecerica da Serra
– Dona Augusta Bar (com opções veganas): Rua Augusta, 1112 – Bela Vista
– DonBei: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1410 – Bela Vista (necessário pedir adaptações veganas)
– Espaço Food for Life (aos sábados)(vegano): Rua Itápolis 1531- Pacaembú
– Família Presto (com opções veganas): Rua Esmeralda, 39 – Aclimação
– Folhão Bar / Folhão Pizzas (com opções veganas): Alameda Barão de Limeira, 374 – Campos Elísios
– Grandog Gourmet (com opções veganas): Rua Frei Caneca, 569 – Consolação
 Halim (com opções veganas): Rua Doutor Rafael De Barros, 56 – Paraíso
– Hot Dog Company (com opções veganas): Rua Augusta 1492 – Consolação
– Jazz Restô & Burguers (com opções veganas): Rua Vergueiro, 2080 – Vila Mariana
– João do Grão (com opções veganas): Avenida São Camilo, 288 – Granja Viana
– Lá de casa (com opções veganas): Rua Augusta, 829 – Consolação
– La Mamma Cucina (com opções veganas): Rua Mesquita, 448 – Aclimação
– Las Magrelas (com opções veganas): Rua Artur de Azevedo, 922 – Pinheiros
– Lar Vegetariano Vegan (vegano): Rua Clélia, 278 – Perdizes
– Le Manjue Organique (com opções veganas): Rua Domingos Fernandes, 608 – Vila Nova Conceição
– Madhu (com opções veganas): Rua Augusta, 1422 – Consolação
– Maoz (vegano): Rua Augusta, 1523 – Consolação
– Mate por Favor (com opções veganas): Rua Augusta, 1492 – Consolação
– Matsuya (todas as unidades): Aclimação / Moema / Morumbi / Perdizes / Santana / Vila Mariana (necessário pedir adaptações veganas)
– Miss Saigon (com opções veganas): Alameda dos Jurupis, 1374 – Indianópolis
– Mount Zion Vegan (vegano): Rua Clélia, 1473 – Lapa
– Na Garagem (com opções veganas): Rua Benjamim Egas, 301 – Pinheiros
– Novos Veganos (vegano): Rua Icobé, 03 – Vila Salete
– Pastel da Augusta (com opções veganas): Rua Augusta, 1524 – Consolação
– Pastifício Primo (todas as unidades)(com opções veganas): Pinheiros / Higienópolis / Pompéia / Jardins
– Piola Jardins (com opções veganas): Alameda Lorena, 1765 – Jardins
– Pizzaria Integrale (com opções veganas): Rua Fradique Coutinho, 889 – Pinheiros
– Pizzaria Veridiana (com opções veganas): Rua Dona Veridiana, 661 – Perdizes
– Pokee Hi (com opções veganas): Rua Augusta, 2052 – Cerqueira César
– Prime Dog (com opções veganas): Rua Vergueiro, 1960 – Vila Mariana
– Prime Dog (com opções veganas): Av Faria Lima, 1814 – Jardim Europa
– Ronghe He (todas as unidades)(com opções veganas): Liberdade: Rua da Glória, 622-A; Paraíso: Rua Tutóia, 312; Avenida Ibirapuera, 2343
– Salad Days (vegano): Rua Machado de Assis, 282 – Vila Mariana
– Samosa & Company (com opções veganas): Alameda Jaú, 1639 – Jardins
– Samosa & Company (com opções veganas): Rua Padre Machado, 137 – Saúde
– Sanduba4you (com opções veganas): Rua Pelotas, 83 – Vila Mariana
– Sanpo Bentô Deli (com opções veganas): Rua Fradique Coutinho, 166 – Pinheiros
– São Paulo Tap House (com opção vegana): Rua Girassol, 340 – Vila Madalena
– São Paulo Tokyo: Rua Borges Lagoa, 1172 – Vila Clementino (necessário pedir adaptações veganas)
– Sapporo: Pça Nossa Senhora da Aparecida, 114 – Moema (necessário pedir adaptações veganas)
– Sharanam Burguer (vegano): Rua Padre José dos Santos, 80 – Santana
– Shibuya Sushi Lounge: Praça Tomás Morus, 200 – Água Branca (necessário pedir adaptações veganas)
– Shimpo Sushi Bar: Av. Braz Leme, 429 – Santana (necessário pedir adaptações veganas)
 Suffle Bar (vegano): Rua Ana Cintra, 132 – Campos Elíseos
– Super Natural (com opções veganas): Rua Augusta, 2992 – Jardins
– Sushibol (todas as unidades): Pinheiro: Rua dos Pinheiros, 1143; Perdizes: Rua Dr. Homem de Melo, 436; Jardins: Rua Oscar Freire, 565 (necessário pedir adaptações veganas)
– Sushi da Villa: Rua Wisard, 574 – Vila Madalena (necessário pedir adaptações veganas)
– Sushimar: Alameda Campinas, n° 1307 – Jardim Paulista (necessário pedir adaptações veganas)
– Taberna Medieval (com opções veganas): Rua Gandavo, 456 – Vila Clementino
– Tanuki Sushi: Rua Jericó, 287 – Vila Madalena
– Tandoor (com opções veganas): Avenida Doutor Rafael de Barros, 408 – Paraíso
– The Bagel Brasil (com opções veganas): Rua Deputado Lacerda Franco, 133 – Pinheiros
– Trivial Pizzaria (com opções veganas): Rua Pirajussara, 460 – Butantã
– Tubaína Bar (com opções veganas): Rua Haddock Lobo, 74 – Cerqueira César
– Vapiano (com opções veganas): Rua Joaquim Floriano, 422 – Itaim Bibi
– Vegan & Co. (vegano): Avenida Corifeu de Azevedo Marques 1560 – Butantã
– Veni Vidi Vici (com opções veganas): Rua Antônio Carlos, 423 – Consolação
– 1900 Pizzeria (todas as unidades)(com opções veganas): Vila Mariana/Perdizes/Moema/Morumbi/Jardins/Tatuapé/Chácara Flora/Shopping Eldorado

Indianos (ou com influências)

– Bawarchi (com opções veganas): Rua Humberto, 281 – Vila Mariana
– Casa Prema (com opções veganas): Avenida Eusébio Matoso, 246 – Pinheiros
– Gopala Hari (com opções veganas): Rua Antônio Carlos, 429 – Consolação
– Gopala Madhava (com opções veganas): Rua Antônio Carlos, 413 – Consolação
– Goshala (com opções veganas): Rua dos Pinheiros, 413 – Consolação
– Govinda’s Natural (vegano): Rua Muniz de Souza, 774 – Aclimação
– Madhu (com opções veganas): Rua Augusta, 1422 – Consolação
– Maha Mantra (com opções veganas): Rua Fradique Coutinho, 766 – Vila Madalena
– Raízes Zen (com opções veganas): Rua Monte Alegre, 1144 – Perdizes
– Samosa & Company (com opções veganas): Alameda Jaú, 1639 – Jardins
– Samosa & Company (com opções veganas): Rua Padre Machado, 137 – Saúde
– Tandoor (com opções veganas): Avenida Doutor Rafael de Barros, 408 – Paraíso

Árabe/Sírio (ou com influências)

 Al Hoda (com opções veganas): Rua Vergueiro, 2000 – Vila Mariana
– Habib Ali (com opções veganas): Av. Rio Branco, 443 – Campos Elíseos
 Halim (com opções veganas): Rua Doutor Rafael De Barros, 56 – Paraíso
– Maoz (vegano): Rua Augusta, 1523 – Consolação
– Vila das Rosas (com opções veganas): Rua Jorge Rizzo 146, Pinheiros

Asiático (ou com influências)

– Lótus (com opções veganas): Rua Brigadeiro Tobias, 420 – Centro
– Loving Hut Vila Mariana (vegano): Rua França Pinto, 243 – Vila Mariana
– Loving Hut Jardins (vegano): Rua Augusta, 1961 – Cerqueira César
– Lucky Restaurante Chinês (com opções veganas): Rua Conselheiro Furtado, 489 – Liberdade (necessário pedir adaptações veganas)
– Miss Saigon (com opções veganas): Alameda dos Jurupis, 1374 – Indianópolis
– Panda Vegano (vegano): Rua Líbero Badaró, 137 – Centro
– Pon Lai (com opções veganas): Rua Vieira de Morais, 998 – Campo Belo
– Sanpo Bentô Deli (com opções veganas): Rua Fradique Coutinho, 166 – Pinheiros

Japonês

– Ayoama (todas as unidades): Itaim / Higienópolis / Moema / Jardins / Morumbi / Tatuapé (necessário pedir adaptações veganas)
– DonBei: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1410 – Bela Vista (necessário pedir adaptações veganas)
– Matsuya (todas as unidades): Aclimação / Moema / Morumbi / Perdizes / Santana / Vila Mariana (necessário pedir adaptações veganas)
São Paulo Tokyo: Rua Borges Lagoa, 1172 – Vila Clementino (necessário pedir adaptações veganas)
– Sapporo: Pça Nossa Senhora da Aparecida, 114 – Moema (necessário pedir adaptações veganas)
– Shibuya Sushi Lounge: Praça Tomás Morus, 200 – Água Branca (necessário pedir adaptações veganas)
– Shimpo Sushi Bar: Av. Braz Leme, 429 – Santana (necessário pedir adaptações veganas)
– Sushibol (todas as unidades): Pinheiro: Rua dos Pinheiros, 1143; Perdizes: Rua Dr. Homem de Melo, 436; Jardins: Rua Oscar Freire, 565 (necessário pedir adaptações veganas)
– Sushi da Villa: Rua Wisard, 574 – Vila Madalena (necessário pedir adaptações veganas)
– Sushimar: Alameda Campinas, n° 1307 – Jardim Paulista (necessário pedir adaptações veganas)
– Tanuki Sushi: Rua Jericó, 287 – Vila Madalena (necessário pedir adaptações veganas)
(Atualizada em Março de 2017)