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"A alma que não se abate, que recebe indiferentemente tanto a tristeza como a alegria, vive na vida imortal."Fonte - Bhagavad-Gita

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Kheer - Arroz Doce Com Passas e Amêndoas




Ingredientes

2 lts de leite tipo A
1/2 cha cardamomo
1/2 cha canela
1/2 cha noz moscada
1/2 xic de arroz
2 xic de acucar demerara
100 gr de amendoas sem sal
150 grs de uvas passas 


Preparo

Cozinhe o leite em fogo brando, sempre mexendo para nao derramar. Acrescente o arroz depois da fervura e continue mexendo para evitar que grude no fundo. Combine os temperos e adicione ao leite, deixe ferver ate que o arroz fique bem macio, quase partindo ao meio. Talvez demore 1 hora. Adicione o acucar e deixe cozinhar por mais 30 minutos, ate que o leite condense e fique mais grosso. Enquanto isto cozinhe as amendoas por 10 minutos e remova as cascas, triture no liquidificador e junte as passas. Retire o arroz doce do fogo e adicione as passas e amendoas. Leve a geladeira sem tampa e deixe gelar.
Sirva gelado, rende para 10 pessoas.

Abs

Aruna devi


http://www.arunacuisine.com

Maha Lilah




Quando tratamos de qualquer coisa que venha da Índia estamos em contato com este eficaz sistema que permitiu que, conhecimentos tão antigos, chegassem com o frescor do novo.


Na mitologia védica assim como em vários mitos nos quatro cantos do mundo, existe uma árvore no centro do mundo, o que diferencia esta árvore das suas parceiras de outras culturas e povos é que ela está invertida: sua copa esta para o solo da terra e as suas raízes estão se nutrindo do céu. Quando jogamos Lilah somos convidados a visitar por uns instantes a raiz desta árvore. 

É natural quando apreciamos uma frondosa árvore na natureza admirarmos a beleza das flores, apreciarmos o sabor dos frutos ou mesmo a textura do tronco, mas raramente alguém reverencia a raiz e agradece e legitima a sua estrutura e nutrição para toda a árvore. Então, seguindo nesta metáfora, os variados eventos em nossa vida são como as flores e frutos, importantes e necessários, muitas vezes parecem aparecer do nada e caímos na ilusão de ver tudo de forma fractal, desconectada e algumas vezes sem esperança.

O caminho que seguimos no tabuleiro com o auxilio do dado que se presta como instrumento da sincronicidade, nos leva a visitar a raiz ou nossa jornada mística, a termos a percepção que somos heróis e nossa vida é nosso mito. Mais clareza e presença para usufruir melhor dos eventos que são um florescimento de um processo.


 As sessões de Lilah podem acontecer tanto individualmente, quanto em grupo. Em 1992, iniciei a trabalhar com grupos utilizando este jogo como fio condutor e catalisador de processos internos. Geralmente a visão que se tem de um jogo de tabuleiro que se joga em grupo é a competição em que muitos perdem um ganha; o Lilah trabalha com outro caminho, a cooperação, criando outra sinergia, permitindo que a dinâmica seja muito útil para equipes de trabalho, famílias, casais etc. 

A vivência permite se observar no caminho que cada um segue no tabuleiro os pontos em comum e o divergentes e a possibilidade de se chegar a um consenso do grupo sobre qual a melhor maneira de seguir a jornada. 

Atualmente, resido e trabalho em Moçambique, África Austral onde o Lilah continua encantando e sendo uma poderosa ferramenta para auxiliar as pessoas a serem mais felizes. No Brasil existem pessoas que se dedicam a estudar e aplicar este fascinante método de auto conhecimento, participo com eles na divulgação do Lilah disponibilizando tabuleiro, tirando duvidas e trocando idéias na comunidade MAHA LILAH no Orkut.

Deva Khadira estudou a vivência Lilah com os psicoterapeutas Claudio Naranjo e Hebert, além de ter pesquisado na Índia. Entre os outros projetos, ensina a terapeutas de Moçambique a utilização do Lilah para harmonização de grupos de trabalho. Deva Khadira tira dúvidas e troca idéias na comunidade MAHA LILAH no Orkut."


Matéria no ITodas:
http://itodas.uol.com.br/portal/voce/esoterismo/materias/materia.itd.aspx?cod=2936&canal=494&Pagina=1





Namastê
Lu Perez

Liberação Kármica





Os mantras (ou sons) que descrevo a seguir, servirão para libertar todos os vínculos kármicos do seu corpo e da aura. Este exercício pode ser feito todos os dias, pela manhã, à noite, ou também em horários quadrantes. Se possível faça-o durante vinte e um dias.
Sente-se sobre uma almofada ou um tapete... o que for confortável, flexione os joelhos em postura de meditação, feche os olhos. Posicione a língua no palato mole com uma leve pressão, encolha o abdômen suavemente, aperte o queixo contra o peito e respire fundo pelo nariz, inspirando abdômen para fora e expirando abdômen para dentro mantendo-se assim por alguns segundos.
Coloque a mão esquerda sobre o coração, e a mão direita, aberta, em frente ao primeiro chackra (órgão sexual), conservando-a afastada dali alguns centímetros. 
Mantendo essa posição, faça o mantra "OM LAM" por três vezes. Depois faça o mantra (uma vez) "OM VAM" com a mão direita a quatro dedos abaixo do umbigo, "OM RAM" em cima do umbigo, "OM YAM" no meio do peito, "OM HAM" na garganta, "OM" sobre os intercílios e "OM" novamente, com a mão direita sobre a moleira.
Durante todo o exercício, a mão esquerda deve ser conservada sobre o coração. Faça as entoações mântricas, que vibrarão nos sete chackras principais, expandindo sua aura, fazendo com que os resíduos kármicos se dissolvam.
A seqüência será, portanto:
OM LAM
OM VAN
OM RAM
OM YAM
OM HAM
OM
OM
Boa prática, Hari Om!
Lu Perez

quarta-feira, 24 de abril de 2013

A LENDA DE WESAK




(Tradução do texto: versión libre de varios autores: Alice A. Bailey, Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater encontrado no sitewww.sabiduriarcana.org)

Nenhum preço que nos seja exigido será demasiadamente alto para sermos útil à Hierarquia no momento da Lua Cheia de Touro, o Festival de Wesak. Nenhum preço é demasiadamente alto para obtermos a iluminação espiritual possível, particularmente neste momento. Djwhal Khul.

O Festival de Wesak é uma celebração anual, que acontece no momento do Plenilúnio [ lua cheia ] do signo de Touro, quando a bênção de Deus é transmitida à Terra, por intermédio de Buda e de Seu Irmão, o Cristo. Paralelamente ao acontecimento espiritual interno, tem lugar a cerimônia física externa, num pequeno vale do Tibet, no Himalaia. O sonho, lenda ou acontecimento pode ser descrito da seguinte forma:

Existe um vale, situado ao pé do Himalaia tibetano, numa altitude bem elevada, rodeado por montanhas, exceto na face nordeste, onde existe uma abertura estreita. Esse vale tem a forma de uma garrafa, com o gargalo voltado para nordeste, abrindo-se para o sul. No extremo norte, perto da abertura, há uma grande rocha plana. As encostas das montanhas estão cobertas de árvores, mas no vale não há árvores nem arbustos ele está coberto por um tapete de pasto duro.


No momento do Plenilúnio de Touro, começam a chegar peregrinos, homens santos e lamas, que vão ocupando a parte sul e central, deixando o extremo nordeste relativamente livre. Ali, segundo diz a lenda, se congrega um grupo de Grandes Seres que são os custódios, na Terra, do Plano de Deus para o nosso planeta e para a humanidade. Com sua sabedoria, amor e conhecimento, formam uma muralha protetora para a nossa raça, tratando de guiar-nos da escuridão para a luz, do irreal para o real, e da morte para a imortalidade. Este grupo de conhecedores da divindade se coloca nos limites do vale, em círculos concêntricos, de acordo com o grau de desenvolvimento iniciático, preparando-se para um grande Ato de Serviço.

Diante da rocha e voltados para nordeste, se encontram em níveis etéricos os Seres chamados Os Três Grandes Senhores: o Cristo, que se situa no centro; o Senhor das formas viventes, o Manú, que se situa à direita; e o Senhor da Civilização, o Mestre Rakoczi, que se encontra à esquerda. Sobre a rocha descansa um vaso de cristal cheio de água.

Atrás do grupo de Mestres, Adeptos, iniciados e trabalhadores adiantados no Plano de Deus, se situam os discípulos e aspirantes do mundo, em seus diversos graus e grupos aqueles que, nesta época, constituem o Novo Grupo de Servidores do Mundo. Alguns estão presentes em corpo físico e chegam por meios comuns; outros estão presentes em seus corpos espirituais e em estado de sonho.

Ao se aproximar o momento da Lua Cheia, produz-se uma grande quietude entre a multidão e todos voltam o olhar para o nordeste. A um sinal dado, os Grandes Seres formam três círculos concêntricos e começam a cantar. Quando o cântico se aprofunda e ganha mais ritmo, os Visitantes etéricos se materializam e uma figura gloriosa se torna visível no centro dos círculos, a qual é chamada por vários nomes: Senhor Maitreya, Bodhisattva, Cristo, Senhor da Paz e do Amor. É o Mestre de todos os Mestres que formam a Hierarquia planetária para levar a cabo o propósito divino deste planeta.


O Cristo aparece vestido com um manto branco puro, Seu cabelo caindo em ondas sobre seus ombros. Ele tem o Cetro de Poder em Sua mão, o qual lhe foi dado pelo Ancião dos Dias para esta ocasião. Nenhum Mestre pode tocá-lo, salvo o Cristo, o Mestre de todos os Mestres. Em cada extremo deste Cetro de Poder, há uma grande empunhadura de diamante, que irradia uma aura azul e alaranjada de grande beleza. Os Iniciados que estão nos três círculos focalizam-no no centro e, quando Ele se torna mais visível, todos Eles se inclinam e cantam um mantra de saudação e afirmação.

Em seguida, estes círculos transformam-se num só círculo e uma cruz, em cujo centro está o Cristo. Aqui novamente o cântico comove os corações e as almas dos presentes, e descem mais alegria, paz e bênçãos sobre a multidão.

O próximo movimento é o triângulo dentro do círculo, em cujo ápice está o Cristo. Ele está de pé perto da pedra e coloca o Cetro de Poder sobre ela. Na rocha, se vê o vaso de cristal com ornamentações douradas e grinaldas de flores de loto que cobrem a rocha e pendem de todos os cantos.

Depois Eles realizam outro movimento, que é um triângulo com três ovais que se entrelaçam no centro do mesmo, onde está o Cristo. O movimento seguinte é una estrela de seis pontas e, depois a estrela do Cristo: o pentagrama ou estrela de cinco pontas. Aqui o Cristo está no ápice, perto da pedra; à sua direita, o Manú; à sua esquerda, o Mestre Rakoczi; um Grande Ser no centro e outros dois Grandes nas pontas inferiores da estrela.

Estão presentes os regentes de todos os tipos de energia: os Mestres Morya, Koot Humi, Veneziano, Serapis, Hilarion, Jesus, e Iniciados, discípulos e aspirantes espirituais; e então o cântico cria uma grande tensão na multidão e Cristo, tomando o Cetro de Poder que estava na pedra, levanta-o e diz: - -- Pronto, Senhor, venha..."

Em seguida, coloca novamente seu Cetro de Poder sobre a pedra durante uns poucos momentos antes da Lua Cheia, e os olhos de todos os presentes se voltam para a pedra. A expectativa da multidão aumenta e a tensão torna-se maior e continua crescendo. Através da multidão, parece sentir-se um estímulo ou vibração potente, que tem o efeito de despertar as almas dos presentes, fundindo e unificando o grupo, elevando a todos e realizando-se uma grande ação de demanda, ânsia e expectativa espiritual. É a culminação da aspiração do mundo que se acha enfocada neste grupo expectante.

Poucos minutos antes da hora exata, em que tem lugar o Plenilúnio, se divisa ao longe um pequeno ponto de luz no céu, que ao se aproximar, vai se transformando numa silhueta nítida, que adquire a forma do Buda sentado em sua clássica posição de lotus, envolto em Seu manto cor de açafrão, banhado em luz e cor, e com sua mão direita levantada, abençoando a todos. Quando Ele chega num ponto sobre a rocha, Cristo entoa A Grande Invocação e todos os presentes caem prostrados tocando a Terra com suas frontes.

Esta " Grande Invocação " cria uma corrente estupenda de energia que inunda os corações dos aspirantes, discípulos e Iniciados, e chega... a Deus. Este é o momento mais sagrado do ano, o momento em que a humanidade e a divindade tomam contato. No momento exato da Lua Cheia, o Buda passa a Cristo a energia do primeiro raio Vontade que Cristo recebe e transforma em Vontade ao Bem.

Cristo é o grande celebrante, estende Suas mãos, pega o vaso, levanta-o sobre Sua cabeça e logo coloca-o de novo sobre a pedra. Então, os Mestres cantam hinos sagrados e o Buda, o Grande Iluminado, depois de abençoar a multidão, desaparece lentamente no espaço.

Toda a cerimônia da bênção, desde que Buda aparece ao longe, até o momento em que desaparece, dura apenas 8 minutos.

O Senhor Buda possui sua modalidade especial de energia, que Ele derrama sobre nós, ao abençoar o mundo. Esta bênção é maravilhosamente excepcional, por sua autoridade e categoria, pois Buda tem acesso a planos da natureza que não estão ao alcance da humanidade; e portanto, pode transmutar e transferir ao nosso plano a energia de planos superiores. Sem a mediação de Buda, esta energia não seria aproveitável, pois sua vibração é muito elevada e nos é impossível percebe-la nos planos físico, emocional e mental. Assim, a energia que Buda difunde, através da sua bênção, encontra canais por onde circular, levando alento e paz àqueles que são capazes de recebê-la.

Ano após ano, Buda regressa para distribuir Sua bênção e a mesma cerimônia se repete. Cada ano, Ele e Seu Irmão, o Cristo, trabalham em íntima colaboração para beneficio espiritual da humanidade. Nestes dois Grandes Filhos de Deus concentraram-se dois aspectos da Vida Divina. Através do Buda, flui a Sabedoria de Deus; através do Cristo, o Amor de Deus se manifesta à humanidade, derramando-se sobre ela na Lua Cheia de Touro.

Nesse momento são possíveis grandes expansões de consciência. Os discípulos e iniciados de todas as partes podem ser ajudados e estimulados espiritualmente, a fim de que possam penetrar conscientemente nos mistérios do Reino de Deus.

Continuando a lenda, quando o Buda desaparece, a multidão se põe em pé e Cristo distribui a água bendita aos Iniciados e a todos que estão presentes no vale. Esta linda cerimônia da comunhão da água nos insinua simbolicamente, que a Nova Era já está sobre nós, a Era de Aquário, a do Portador da Água. A água magnetizada pela presença de Buda e Cristo contém certas propriedades curativas. Depois da bênção, a multidão se dispersa silenciosamente, encaminhando-se para seus lugares de serviço.

Tal é a lenda por trás deste Festival, e também, tal é a realidade, se nos atrevermos a acreditar nela e se nossas mentes estiverem suficientemente abertas e nossos corações suficientemente expectantes, para reconhecermos sua possibilidade. Esta idéia requer que ajustemos algumas de nossas crenças mais caras. Mas, se puder ser captada e compreendida, surgirá em nossa consciência a possibilidade de a raça humana se conscientizar de sua própria divindade, podendo desenvolver uma Ciência de Aproximação às Forças da Vida e a verdades mais profundas, que ainda estão ocultas.

Homens e mulheres do mundo, guiados em uníssono por Buda, que trouxe a Luz ao Oriente, e por Cristo, que revelou a Luz ao Ocidente, podem pedir e evocar uma bênção e revelação espiritual tão intensas, que num futuro imediato poderá se manifestar aquilo a que a humanidade tanto aspira: Paz na Terra e boa vontade entre os homens. Desta maneira, podemos introduzir uma Era de fraternidade e compreensão que permitirá ao homem dispor de mais tempo para se dedicar a buscar Deus por si mesmo.

ORAÇÃO CO-CRIAÇÃO DOS UNIVERSOS PARALELOS *** :





A começar por mim,

diante dos novos Universos Paralelos do nosso Sistema Solar,que eu possa entender com Discernimentoa mutação necessária dos meus corpos eda minha frequência vibracional para que eufaça escolhas mais corretas à partir de agora.


A começar por mim, quando todos os calendáriosapontam o término do limite, da dor,do sofrimento, da violência e de todas as energiascoordenadas pelo ego e pela força da manipulação,que eu possa, por livre escolha, sustentar a Verdade,o Equilíbrio, a Harmonia e a Bem Aventurançae assim elevar o meu Cálice, a minha Consciência,para ter a oportunidade de atrair meus irmãospara que juntos possamos nos unir nas irradiações da Alegria,do Amor Incondicional e da Liberdade,pois sei que quanto mais pessoas se unirem na mesma frequência de luz,mais estarão sendo neutralizadas as energiasdo passado que só existem na mente racional da humanidade.


A começar por mim, neste momento ímpar,no eterno agora, quando outros Sóis se aproximam e,em outras dimensões também são co-criados vários corpos celestesatravés dos Elohins e dos grandes Kumaras,consciente e incondicionalmente me acoplo a minha Presença EU SOUem Fé e Esperança e por amor à humanidade,convoco pela atuação da Presença Divinade todos meus irmãos de todas as raças e credos para queo nosso Sol possa continuar sendo reativado através da Luz.


A começar por mim, como meta principal desta minha vidae ciente que meu corpo tridimensionalpode e deve emanar mais luz para reedificar pensamentos,paradigmas e atitudes,neste momentum sagrado me entrego de alma e espíritoao Bem Amado Mestre Sanat Kumarae aos Grandes Kumaras que trazem a profusão do nosso Poder,Amor e Sabedoria, para que eu,impulsionado pela Força do Espírito Santo para a Terra,o Maha Chohan Paulo Veneziano eo Espírito Santo Cósmico, Santo Aéolus, possa Magnetizar,Atrair, Precipitar e Co-Criar nas bênçãosde todos os Seres das 7 Chamas Azul, Dourada, Rosa, Branca, Verde, Rubi e Violeta.


A começar por mim, tudo se transforma em Luz e Coesão.Em Paz e Pacificação.Agora a minha chama de semideus está sendo reativada e aminha senha cósmica simplesmente é: Maestria e Ascensão.Com apoio dos nossos Irmãos do Espaço, a começar por mim,declaro estar preparado para um novo tempoquando reaprenderei a alquimiade extrapolar os meus próprios limites eviver com Sabedoria atraindo cada vez maisa Luz da Prosperidade, da Abundância,da Plenitude, do Amor Incondicional e da Vitória.


A começar por mim, EU SOU agora uma fração de luz,e essa fracção é a luz maior que reverberacomo um grande Raio de Soldas forças da mente Crística de Deus Pai-Mãe.
Que os Novos Universos Paralelos surjamgloriosos, a começar por mim.


Que assim seja.
Que o Chamado dos nossos amados Mestresdesperte em cada um a “escolha” de Co-criar este novo momentocom Luz, Paz e Amor.

Eclipse Lunar Parcial




Eclipse Lunar Parcial em 25/4/2013 acontece as 16:57h, em nosso Hemisfério.
 É um eclipse parcial, e só poderá ser visto em parte Europa, África, Asia y Oceanía Vemos ao lado o mapa do Brasil no momento do eclipse, teremos neste primeiro eclipse do primeiro Ano Astral da Nova Era, uma aspectação fortíssima, que geram o aprofundamento absoluto em nossos sentimentos e consequente tomada de posição a partir deles.

Este eclipse acontece com o Sol em Touro e a Lua em Escorpião, quando se comemora o festival de Wesak, um momento energético sagrado, que nos cobre de bênçãos e deve ser absorvido em plenitude.
Teremos a Lua a 5°46? de Escorpião e o Sol no mesmo grau exato 5°46? do signo oposto Touro, no entanto temos conjunções fortes e muito relevantes nos dois astros, trazendo o um aprofundamento absoluto para um renascer pleno.
A Lua estará conjunta a Saturno em Escorpião e o Sol conjunto a Marte em Touro, trarão com este eclipse uma revolução total no sentir, visando o maior comprometimento com o que se sente de verdade e até com nos sentimentos kármicos enraizados, os bons a serem ativados e os ruins a serem transmutados.
É momento de rever e assumir para libertar, tudo que se sente em consequência de registros passados, desta e/ou de outras vidas. É momento de alinharmos emoção e ação numa linha eloquente comportamental direcionada positivamente por nosso EU mais profundo.
Esta fase lunar completa o primeiro mês Lunar deste ano Astral, dando sequência às Luas que tivemos e seus significados e entrando efetivamente a fundo no Sentir de cada um de nós. Agora adentramos pra valer nesta energia e será necessário um posicionamento mais responsável, de fato, com tudo que sentimos.
Este eclipse evidencia o Livre Arbítrio, pois, como o sentir rege a ação e a reação, uma vez que, antes delas sempre sentimos algo, a origem de todos os Karmas está no Sentir e este é o momento ideal para uma grande libertação de sentimentos, mágoas, inseguranças, conflitos e o encontro com a verdade pura de cada um de nós, rumo à libertação Kámica efetiva.
Aqui a Lua em Escorpião fala da morte do velho, de sentimentos velhos, e do nascimento do novo, conjunta a Saturno fala de Karmas emocionais profundos e oposta a Marte gerando a inquietação necessária à este aprofundamento, levando a uma completa revolução de nossa essência, aqui representada pelo Sol.
Teremos a conexão energética perfeita para um realinhamento íntimo, evolutivo e libertador de sentimentos e ações, ou seja, o realinhamento kármico profundo e o posicionamento mais comprometido com tudo o que sentimos.
Claudia Lazzarotto Astróloga kármica.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

EU MAIOR



Amado Marco Schultz e turminha Schultz a minha profunda gratidão por poder experenciar uma noite incrível ... tendo na tela do cinema não um filme onde o enredo se encontra entre o banal e o fútil. 

Olhar para tela e ver, sentir e ouvir com toda a capacidade que meu coração tem para abraçar! Pessoas que eu admiro, confio e outras tantas que aprendemos amar pelas histórias e pelo compartilhar no documentário. 

Tenho certeza que o Divino pai/mãe está feliz por esse trabalho.

Hari Om Tat Sat


Nós somos o único animal que é mortal. Todos os outros animais são imortais. Embora todos morram, nós somos o único que, além de morrer, sabe que vai morrer. Teu cachorro tá dormindo sossegado a essa hora, teu gato tá tranquilo. Você e eu sabemos que vamos morrer. Desse ponto de vista não é a morte o que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é: o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, para que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena? Nesta hora eu preciso ser capaz de fazer falta. No dia que eu me for, e eu me vou, eu quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso. Significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Im-portar, quando alguém me leva pra dentro. Importa. Ele me porta pra dentro. Ele me carrega. Eu quero ser importante. Por isso, pra ser importante, eu preciso não ter uma vida que seja pequena. E uma vida se torna pequena quando ela é uma vida que é apoiada só em si mesmo. Fechada em si. Eu preciso trans-bordar. Ir além da minha borda. Eu preciso me comunicar. Preciso me juntar. Preciso me repartir. Nesta hora, minha vida que, sem dúvida ela é curta, eu desejo que ela não seja pequena.”

Mário Sérgio Cortella





"Eu continuo praticando Yoga, mais é muito pobre a concepção de uma ginástica física... O amor reaproxima vence a distância e a ignorância. "
Professor Hermógenes