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"A alma que não se abate, que recebe indiferentemente tanto a tristeza como a alegria, vive na vida imortal."Fonte - Bhagavad-Gita

sábado, 7 de julho de 2012

A ÁRVORE DO YOGA




Namastê


Trechos do livro "A árvore do yoga" -  de B.K.S Iyengar, para elucidar sua prática de yoga! 
Hari Om 
Lu Perez





  • A ciência do yoga ajuda-nos a manter o corpo como se fosse um tempo, para que fique tão limpo quanto a alma. O corpo é indolente, a mente é vibrante e a alma é luminosa.


  • Os exercícios de yoga desenvolvem o corpo até o nível da mente vibrante, para que corpo e mente, tendo ambos se tornado vibrantes, sejam atraídos pela luz da alma.


  • A ciência da mente é chamada de raja-yoga; a ciência da inteligencia , jñana - yoga; a do dever, karma - yoga ; e a da vontade Hatha yoga.


  • ...o yoga é um só, da mesma forma como Deus é único, embora seja chamado por outros nomes na diferentes culturas.


  • Ha significa "sol", que é o sol do seu corpo, ou seja sua alma; Tha significa "lua", isto é, sua consciência. 


  • A energia do sol nunca enfraquece; já a da lua mingua todo mês e assim, uma outra vez, vem do vazio á plenitude. Nesse sentido, o sol que há em nós, a nossa alma, nunca enfraquece, ao passo que a mente ou consciência, que tira da alma sua energia, tem suas flutuações, modulações, estados de humor, altos e baixos, como as fases da lua.


  • Yoga sutra de Patañjali, por sua vez, afirma que yoga é "chitta - vrtti - nirodha" - acalmar as flutuações da mente. Tal como a cânfora que se torna una com a chama, a mente é absorvida pela chama da alma.


  • O Yoga é tradicionalmente dividido em oito membros ou aspectos, chamados yama, nyama, asana, pranayama, pratyahara, dharana, dhyana e samadhi.


  • O Yoga também pode ser visto como composto de três camadas; a externa, a interna e a íntima - a física, a mental e a espiritual.


  • O homem alcança a liberdade quando a mente se liberta do cativeiro do corpo e passa a repousar no colo da alma. 


  • Nyama nos diz o que devemos fazer pelo bem do indivíduo e da sociedade, e yama o que deve ser evitado para não causar danos ao indivíduo e a  sociedade.


  • Patanjali dividi os cinco aspectos de nyama em dois grupos. De um lado saucha e santocha, a saúde física e a felicidade da mente.  Do outro lado tapas, svadhyaya e isvara - pranidhana, o  ardente desejo de desenvolvimento espiritual, auto-exame e entrega a Deus. Tia Lu; Nao importa se vc prática yoga utilizando só o saucha e santosa; ou se utilizando tapas, swadhyaya e isvara - pranidhana. Em qualquer destas etapas estará praticando yoga. A primeira parte receberá os prazeres do mundo, livre de doenças. A segunda parte é mais elevada tornando se livre. O que seria ideal ao meu ver é unir os dois, em perfeita harmonia.
  • A mente é produto dos alimentos ; por isso a comida que vc ingere surte efeitos na mente. Assim a restrições alimentares se vc está em prática espiritual, mas, para saúde e felicidade, não.
  • A meditação zen não é diferente da meditação do yoga. A meditação não pode ser chamada de hindu, zen ou transcendental. Meditação é simplesmente meditação. Portanto, não se deixe levar pelas palavras usadas nos vários países. A essência é a mesma. Contemple a essência e não se deixe enganar pelos nomes. 


  • Sem o dharma, ou respeito pelas obrigações sociais e morais, é impossível a evolução espiritual. Isso é aprendido no primeiro dos quatro estágios da vida. Artha, a aquisição de bens, permite ao indivíduo livrar-se de sua dependência em relação aos outros. Não é uma questão de adquirir fortuna, mas de ganhar o suficiente para manter o corpo em boa saúde e a mente livre de preocupações. Artha é o objetivo do segundo período da vida, e é aconselhado que nessa fase, não se adquira apenas dinheiro, mas que também se encontre um par com quem construir uma vida em família. Fase é propicia para experiência do amor e da felicidade humana, e prepara o espírito por meio do sentimento de fraternidade que se desenvolve a partir da amizade e da compaixão, para o contato com o amor divino.
  • Não há objeção ao casamento, nem ao desejo de ter filhos, assim como eles não considerados obstáculos á experiência do amor divino, da felicidade e da união com a Alma Suprema. Kama, o terceiro dos purusarthas, que tradicionalmente pertence ao terceiro período da vida, é o gozo dos prazeres existenciais, o qual pressupõe uma boa saúde corporal e uma mente equilibrada e harmoniosa. Nesse estágio, a pessoa aprende a se libertar dos prazeres mundanos, preparando-se para auto-realização. Finalmente o quarto estágio da vida pertence a moksha que representa o período de libertar-se da escravidão e dos prazeres do mundo. Essa libertação só pode sobreviver, segundo Patanjali, na ausênsia de doenças, langor, dúvidas, negligência, preguiça, ilusões, falta de vontade ou atenção, sofrimentos, desespero, agitação corporal, perturbações respiratórias e outros males. Moksha também representa libertar-se da pobreza, da ignorância e do orgulho. Nesse estágios, o indivíduo toma consciência de que o poder, o prazer, as riquezas e o conhecimento não conduzem a liberdade, e finalmente esses elementos desaparecem. E assim conclui-se a jornada humana, que começou com a busca do mundo, chegou-se a Deus, ou Alma Universal.
  • Qualquer ambição ou impaciência de sua parte lhes causará uma doença - física ou mental. Por isso, tratem a prática do yoga como uma parte de sua vida, abrindo espaço para ela em meio a suas atividades cotidianas. 
  • Quando a graça Divina vier, sinta sua presença e continue trabalhando. Se a graça Divina não vier hoje, pode vir depois de vinte anos. Mesmo que demore a chegar, continue trabalhando - pelo menos você terá conquistado saúde e felicidade. Se você tiver saúde e felicidade, isso em si já é a graça Divina.

A raíz da árvore do yoga é yama, que abrange cinco principios:
Ahimsa ( Não violência)
Satya ( Veracidade)
Asteya ( abstenção da avareza)
Brahmacharya ( controle do prazer sensorial)
Aparigraha ( livrar-se da ambição e do desejo de possuir mais do que o necessário)


O tronco é comparável aos princípios do niyama. que são;
Saucha (higiene)
Santosa (contentamento)
Tapas (ardor, superação)
Swadhyaya ( auto-exame)
Isvara-pranidhana(auto-rendição)






Os galhos são os ásanas, as várias posturas que levam as funções físicas e fisiologicas do corpo a entrar em harmonia com o padrão psicológico da disciplina yogue.


As folhas absorvem o ar, colocando-o em contato com as partes internas da árvore. Elas correspondem ao pranayama, a ciência da respiração, que conecta o macrocosmo ao microcosmo e vice - versa.


Os galhos são todos cobertos pelas casca. Sem proteção da casca, a árvore seria devorada pelos vermes. Essa camada de revestimento protege a energia que flui dentro da árvore, entre as folhas e a raiz. Dessa maneira, a casca corresponde a pratyahara, que é a viagem interna dos sentidos, os quais se desligam da pele e se voltam para o âmago do ser.


A seiva da árvore, o suco que contén a energia dessa viagem para a interioridade do ser, é dharana. Dharana é concentração é focalizar a atenção no cerne do ser.


Quando a árvore é saudável e o suprimento de energia fantastico, as flores nascem. Nesse sentido, dhyana, a meditação, é a flor da árvore do yoga. 


Por fim quando a flor se transforma em fruto, tem-se o samadhi. A essência da árvore está no fruto, e a essência da prática do yoga está na liberdade, na elegância natural, na paz e na beatitude do samadhi, em que o corpo, mente e alma se unem e se fundem com o Espírito Universal.




Assim que terminar, leia cada chakra e feche os olhos, afim de que você possa investigar o seu corpo, seus chakras e sua prática de yoga. 


Muladhara (chakra raíz); está relacionado base da vida, assim como a raiz de uma árvore. Sem raiz forte e profunda não a vida, nem fundação e a partir daí que se cresce.  E dentro da prática de yoga estão os yama são os príncipios éticos, perceba se você pratica - os no dia a dia. Medite!


Swadisthana (chakra umbilical ou sexual); a morada de alguém, relacionada a energia sexual.  Assim, o tronco também distribui a energia para as demais partes da árvore. Dentro do yoga estão os nyamas, que são o que devemos fazer por nós mesmos, criando um novo caminho de pura energia. Medite!


Manipura chakra ( plexo solar); o fogo, calor, sol; relacionado a transformação ou crescimento. Dentro da árvore podemos relacionar com os galhos, que estão sempre recebendo diretamente a luz do sol apontados para cima em busca expansão e crescimento. Dentro do Yoga são os ásanas, onde aquecemos o corpo para fluir energia, observe como estão as suas práticas de ásanas, rígida, dolorida, desgastante ou leve, prazerosa e meditativa. Medite!


Anahata Chakra (plexo cardiaco); devoção, amor incondicional, compaixão. Dentro da árvore estão as folhas aquela que fornece a nutrição para um crescimento saudável. Olha que relação verdadeira com o coração, o amor nutri nossas células e nossas vidas. Dentro do yoga; pranayama - prana é energia e Ayama a criação. Não preciso dizer mais nada! Medite!


Vishudha chakra (laríngeo) ; comunicação, independência, segurança. Dentro da árvore, podemos relacionar com a casca que protege a árvore (pratyahara) e a seiva que percorre mantendo a energia (dharana). Assim, como vishudha protege o coração e faz a passagem para o ponto entre as sobrancelhas. Quando diminuímos a pulsação da fala, podemos sentir a pura consciência divina. Dentro do yoga está relacionado ao prathyahara e dharana; abstração e concentração. Perceba em sua prática se vc isola o externo, para sentir verdadeiramente a sua prática. Transfira também para o seu dia a dia. Medite!


Agna chakra ( terceiro olho); intuição, clareza, meditação. Em relação a árvore, é a flor. A flor da meditação, "Om Mani Padme Hum". Dentro do yoga está dhyana estado meditativo, o encontro perfeito do corpo com a alma e a alma com o corpo! Medite!


Sahasrara (coronário); conciência universal, as mil pétalas. Em relação a árvore,  é  o fruto. A essência da árvore está no fruto e a essência do yoga está no samadhi. Assim, é a conexão com o Ishwara, o Todo.  


Luciana Perez

BHUTA SHUDDHI: PRÁTICA PARA SUBLIMAR O ÓDIO


O ódio e emoções semelhantes, como rancor, inimizade, antipatia, repulsão, desprezo e abominação, movimentam uma enorme energia e enfraquecem a pessoa. Já a raiva, um aspecto positivo do ódio, pode ser sublimada de forma mais fácil. Precisamos aprender a canalizar de forma positiva essa energia e ter consciência de que esses sentimentos nos afastam da senda e o objetivo do Yoga: a ampliação da consciência por meio do samadhi.
  • Kriyatrataka em padmasana, dez ciclos de uddiyanabandha ou nauli kriya em ardha paschimottanasana.
  • Asanastrikonasana, flexão lateral; simhasana, exalar vigorosa e profundamente pela boca sentado nos calcanhares;matsyendrasana, torção sentado; urdhva dhanurasana, extensão sobre as mãos e os pés; ushtrasana, extensão sobre os joelhos com as mãos nos calcanhares; dhanurasana, extensão de bruços segurando os tornozelos com o corpo em forma de arco eshirshasana, inversão sobre a cabeça.
  • Yoganidra: repita mentalmente a mensagem 'corto meus liameskármicos', ao mesmo tempo em que você se visualiza em pé, empunhando uma espada flamejante de luz violeta com a qual traça círculos ao seu redor.
  • Pranayamamurccha nadi shodhana pranayama, retenções longas e respiração alternada.
  • Mantrajapa com o bija mantra Ram.
  • Meditaçãoyantra dhyana sobre o anahata chakra, no plexo cardíaco, ou ainda meditação sobre o amor e emoções análogas.
Outros procedimentos:
  • Fazer pranayama no mesmo momento em que estivermos sentindo ódio.
  • Se possível, fazer 24 horas de mauna, jejum verbal.
  • Bater sucessivas vezes e com uma certa força no esterno, para estimular o timo.
  • Treinar/recuperar o sorriso frente ao espelho, reconhecendo que a emoção é apenas inútil e prejudicial, pois nada irá resolver.
  • Assumir tarefas de serviço desinteressado.
  • Praticar ahimsa, a não-violência, mantendo controle sobre os impulsos de agressão, embora estejamos cobertos de razão.
  • Evitar a primeira explosão: se você conseguir conter o primeiro impulso, estará em condições de expor seus motivos de forma mais civilizada e justa.
  • Cultivar santosha, o contentamento.
Pedro Kupfer Extraído do livro Guia de Meditação














sexta-feira, 6 de julho de 2012

Canalização feita pelo grupo de meditação!





"Filhos Queridos,
Nesse momento vamos nos sintonizar com nossa mãe Terra.
Nesse momento, Gaia precisa de seus filhos para que a mudança seja feita.Lembrem-se : Vocês são Um.
A mudança realizada em Gaia, será a mesma realizada em cada um de vocês.
Mentalizem, sintam, vivam esse momento unos.
Ancorem a energia de Gaia e isso os ajudará nos momentos de dúvidas e incertezas. A Terra. Gaia.
Que o fogo da transmutação realize nesse momento todas as mudanças necessárias a todos os seus corpos, para que juntos, façamos e sejamos a mudança.
Tudo é mudança. Tudo é movimento.
Sejamos a mudança que queremos para o nosso mundo e para todo o universo."

quarta-feira, 4 de julho de 2012

BHUTA SHUDDHI: PRÁTICA PARA SUBLIMAR O MEDO





Todos temos, em maior ou menor grau, alguma forma de medo: de enfrentar certas situações, de dizer a verdade a quem precisa ouvi-la, de mudanças, temor do desconhecido ou ainda eventuais momentos de angústia ou pânico. O medo é a antítese do amor, no sentido que há uma necessidade de voltar-se para o interior, fechar-se sobre si mesmo a causa da fragilidade que o indivíduo sente. O amor é centrífugo, emana desde o interior. Quem vibra amor não precisa proteger-se nem fechar-se, pois ele é a solução contra os estados negativos.
Cada vez que fugimos dos nossos medos ? ou emoções correlatas: receio, pavor, sobressalto e apreensão ? eles se reforçam. Como podemos dominar o medo? Geralmente o somatizamos na região abdominal e no plexo solar, precisamente onde vão agir as técnicas do Yoga. Através do efeito das visualizações, respiratórios, contrações e asanas, criaremos uma nova memória corporal com a qual estaremos em condições de sublimar a desordem emocional em questão.
  • Kriya: cinco ciclos de uddiyana bandha, a contração abdominal, alternados com outros tantos de bhastrika, a respiração do sopro rápido.
  • Asanasbhujapidásana, equilíbrio nas pontas dos pés sentado sobre os calcanhares; janushirshasana, flexão sentado sobre uma perna de cada vez, segurando os tornozelos com as mãos;bhadrasana, abertura pélvica sentado com as plantas unidas;gomukhasana, segurando as mãos atrás das costas, com um braço por cima e o outro por baixo; sarvangasana matsyasana, a invertida sobre os ombros e sua compensação. Faça cada exercício acompanhado de mula bandha, contração dos esfíncteres.
  • Yoganidramentalização para sublimar e transformar essa emoção em seu oposto: confiançasegurançafé firmeza de ânimo.
  • Pranayamabahya kumbhaka com mula bandha, respiração com retenção vazia e contração dos esfíncteres.
  • Mantrajapa com os bija mantras Vam Ram, centros de força onde se localiza essa emoção.
  • Meditação: a mais adequada é no svadhishthana chakra, na cor branca, localizado quatro dedos abaixo do umbigo.
Outros procedimentos:
  • Praticar um dos respiratórios acima no próprio momento em que a emoção estiver manifestando-se.
  • Traçar o perfil do nosso samskara e identificar as vasanas que possam estar condicionando-nos a sentir medo ou a agir de acordo com um determinado padrão.
  • Cultivar tapas, autodomínio, svadhyaya, a observação atenta de si mesmo, e Ishvara pranidhana, que é permitir que a força da vida se manifeste através de nós mesmos.








Pedro Kupfer Extraído do livro Guia de Meditação

domingo, 1 de julho de 2012

Mudrá





O mudra da compaixão.


Ativa o chakra cardíaco. 
Expanda e eleve o peito quando estiver praticando este mudrá.


Hari om
Lu

Postura de yoga





Este ásana ajuda na abertura do peito e do tórax, reduz a rigidez dos ombros e pescoço, trabalha com a flexibilidade da coluna. Atua positivamente em estados emocionais de tristeza e desânimo. 


Ustrasana significa camelo, ativa o Anahata Chakra, centro de energia localizado no centro do peito na altura do coração, que é essencialmente a energia do amor e da compaixão. 

Quando na posição, concentre sua atenção nesta região, abrindo o peito e irradiando para todo o seu corpo essa vibração de amor e de paz .

Como construir a posição:
- comece apoiando os joelhos e o dorso dos pés no chão;
- os joelhos devem estar afastados na largura dos quadris;
- num movimento de inspiração eleve o braço direito pela frente, faça um grande círculo apoiando a mão no calcanhar. Faça o mesmo com o braço esquerdo;
- na construção e durante a permanência na posição procure manter uma linha vertical da crista elíaca até os joelhos, alongando o quadríceps;
- durante a permanência empurre o osso púbico para frente;
- alongue os músculos abdominais;
- gire os ombros para trás, estendendo os braços dos ombros até os pés;
- abra o peito expandindo-o para cima e para os lados;
- não solte completamente a cabeça, mantenha-a como um prolongamento natural da sua coluna;
- respire naturalmente, observando o corpo na posição.

Como desfazer a posição:
- após algumas respirações, desfaça a posição. Sente-se nos calcanhares em Vajrasana. Observe os efeitos da postura.
- para fazer a compensação, flexione o corpo para frente apoiando a cabeça no chão e repouse os braços ao longo do corpo em Balasana (postura da criança).

Namastê!
Amor, compaixão, luz

MENSAGEM DIÁRIA DO ARCANJO GABRIEL









DE 1° DE JULHO DE 2012
Canalizado por Shelley Young





Um dos maiores desafios para a iluminação dos seres humanos é desistir da necessidade decontrolar. 

Agarrar-se à ilusão de controle é um dos meios mais comuns de as pessoas ficarem estagnadas. 

Elas não entendem que o controle não pode levá-las para onde elas querem estar. 

Elas veem a entrega como desistência ou abandono do navio ao invés de ser o caminho mais rápido para o que elas desejam experimentar. 


Um dos maiores passos de mudança que um humano pode dar é entregar essa necessidade de controle e entrar no fluxo de criação. 

Este passo representa a mudança consciente de um falso poder do eu inferior para o poder autêntico do eu verdadeiro, e o universo se regozija todas as vezes que um humano dá esse salto.

Arcanjo Gabriel