domingo, 14 de julho de 2013
Alquimia
"As almas magnificas são aquelas que são universais, abertas e receptivas a todas as coisas. "
Montaigne
Quem tem em seu coração a chama vivente do amor são pessoas transformadoras, transformam tudo o que tocam, tudo por onde passa.
Há melhor evolução é quando conseguimos transformar o amor em ação! Num tempo de evolução essa ação se transforma em uma luz brilhante e ardente.
Não importa quem somos, o que fazemos, qual o nosso chamado... podemos ser transformadores ancorando a energia do amor. Com um olhar apenas, um gesto de carinho e respeito, uma única palavra, podemos tocar um coração aflito ou quem sabe muitos corações.
Assim, pratiquemos em todos os momentos a vontade de agir pelo coração. Neste mundo competitivo onde tantas pessoas sentem-se compelidas em agredir os outros ao em vez de ajudar. Aproveite para lançar o amor e a compaixão.
Faça um trabalho consciente de relacionar com a beleza da alma de cada um que cruzar o seu caminho, procurando não julgar... não sabemos o fardo que ele está carregando.
Os alquimistas da antiguidade eram conhecidos pela experiência em transformar metais em ouro. Neste mesmo período existiam outros alquimistas que eram pesquisadores do espirito, tentando descobrir a transformação para a vida eterna. Transformando os metais não preciosos do eu inferior no ouro potencial mais elevado.
Alquimia significa auto-transformação, a mudança que é essencial para o crescimento espiritual... A idéia da transformação de metais em ouro, acredita-se estar diretamente ligada a uma metáfora de mudança de consciência. A pedra seria a mente "ignorante" que é transformada em "ouro", ou seja, sabedoria.
Aproveite esse momento e pare por alguns segundo até que você possa dissolver a ignorância da consciência, do ego, das reclamações, das preocupações exacerbadas, do apego, das críticas......
e se entregue a alquimia da ascensão do seu lindo Ser.
Namastê
Lu Perez
quarta-feira, 10 de julho de 2013
AS ENERGIAS DA NOVA TERRA
JULHO E AGOSTO DE 2013
A ONDA DE LUZ E O PORTAL DE LEÃO DE 2013.
Uma mensagem do Arcanjo Miguel
canalizada por Célia Fenn
9 de Julho de 2013
Amada Família da Luz, chegamos até vocês, neste momento inspirador e tumultuado no Planeta Terra.
Depois da mudança do Portal de 2012, a Terra continua a mudar para Novos Padrões e Modos de Ser. A Geração Índigo está avançando para cumprir a sua Missão de romper os velhos sistemas e criar o espaço para o Novo. Há um desejo profundo pela Paz, pela Comunidade e a Liberdade, que está se manifestando agora na Terra.
O trabalho que foi feito no passado, nos Níveis Mais Elevados, para criar a Paz e a Harmonia, está agora começando a se manifestar na Forma Física, como a mudança na Terra.
O período do Equinócio da Primavera, em Março de 2013, e o Verão no Hemisfério Norte, tem sido um período de Caos e de Revolta. A Energia Índigo surgiu nos países como a Turquia e no Brasil, e aqueles que governam ainda não entendem completamente a natureza dos protestos e dos desafios.
Eles estão ainda pensando e reagindo na velha forma da terceira dimensão, com um desafio que está vindo a partir de um nível diferente, de Jovens Adultos que estão “conectados’ com a Quinta Dimensão e a Inter-Conexão. Seu objetivo é a Comunidade, a Democracia, o Compartilhamento e a Mudança através de Meios Não Violentos.
À medida que vocês se movem para o Portal de Leão de 2013, as Energias Galácticas que estão chegando irão intensificar o processo da mudança e o influxo dos Novos Códigos de Luz para o Novo Ano. Será como se uma Porta de Oportunidade se abrisse e a mudança será rápida e de longo alcance em seu Mundo.
O PORTAL DE LEÃO DE 2013
Muitos nos perguntaram: O que é o Portal de Leão e por que ele é chamado de Leão?
Bem, ele se refere em parte ao fato de que o Sol entra no signo de LEÃO neste momento, e estas energias estão integradas na Terra, sob a energia de Leão, as Energias Felinas de Sírius, que são ferozes, orgulhosas e muito “reais”.
O “Portal”, ou “Portal Estelar”, é um período de aproximadamente duas semanas, em que um vórtice se abre e uma onda de Luz intensa do Centro Galáctico é recebida na Terra. Esta “onda” contém os Novos Códigos de Luz para a Evolução da Terra para o próximo ano/ciclo, e assim é conhecido como o Novo Ano Planetário.
O sistema estelar de Sírius trabalhou intimamente com a Evolução da Terra, auxiliando sempre que possível. Os Sirianos ajudaram no estabelecimento da antiga Civilização Egípcia, depois que o trauma da Atlântida destruiu todas as civilizações anteriores. A civilização Egípcia manteve a “Sabedoria Estelar” e a “História da Criação” dos Elohim, que foram transmitidas à Terra pelos Guardiões da Sabedoria de Sírius.
No Antigo Egito, os Sirianos eram os Mediadores entre o Conselho Galáctico, no Sol Central e as pessoas da Terra. A cada ano, entre 26 de Julho e 12 de Agosto, uma nova onda de Luz Galáctica do Sol Central era dirigida à Terra e ampliada pelo Sol, em conjunto com o Aumento Heliacal de Sírius no Norte.
Os Sirianos aceitariam esta energia no complexo de Pirâmides, em Giza, e então transmitiriam os Códigos para as Grades da Terra, permitindo uma transmissão tranquila e fluida das energias. Depois que o Portal de Giza foi fechado, as transmissões da Terra foram ainda mediadas através de Sírius, mas elas não foram recebidas de forma coerente pela Terra, e assim a Evolução da Terra foi retardada e até mesmo distorcida por um tempo.
No entanto, nos últimos dez anos, a Terra ascendeu para a Quinta Dimensão e se “graduou” para o Status de Membro Pleno do Conselho Galáctico, e agora as transmissões do Portal de Leão estão sendo recebidas diretamente pela Terra e pelo Conselho dos Anciães e o Conselho do Guardião da Terra e distribuídas através das Grades Cristalinas da Nova Terra.
Desta maneira, a Evolução da Nova Terra seguirá as “direções” dos Códigos de Luz que são recebidos do Conselho Galáctico e do Grande Sol Central.
Este processo é muito novo para a sua Terra e, enquanto os Emissários de Luz de Sírius estão à disposição para ajudar, eles estão deixando a gestão da onda que entra para os Conselhos da Terra e a Família de Luz. Assim, Amada Família, o que vocês estão sentindo agora é a entrada desta Onda de Luz, enquanto ela se aproxima da Terra e é integrada na Consciência da Terra.
A ONDA DE LUZ – 26 DE JULHO A 12 DE AGOSTO
Amada Família da Luz, esta Onda de Luz que está entrando irá “Recalibrar” efetivamente as Frequências Planetárias para os Níveis Superiores de Consciência. Isto significa, naturalmente, que a velha “ilusão” da terceira dimensão continuará a se desintegrar e a romper.
Àqueles que ainda sustentam a Consciência da Terceira Dimensão, irá parecer como se o caos estivesse se rompendo em todos os lugares, e eles irão se tornar paranoicos, irritados e desesperados. Aqueles que podem ver e sentir com a Consciência Superior, parecerá como se um novo amanhecer estivesse despontando e que um novo modo de vida estivesse surgindo, como, é claro, está.
O que podemos esperar neste momento?
Pensamos que a palavra-chave será “intensidade”.
Tudo parecerá muito intenso ao ponto de ser surreal. Em suas vidas pessoais, o que ainda resta de sua velha consciência da terceira dimensão precisará ser removido e substituído por algo em uma vibração mais elevada. Isto pode ser difícil se vocês tiverem uma ligação emocional com as velhas energias.
No entanto, se vocês simplesmente liberarem e permitirem as mudanças, então elas poderão ser atingidas com o mínimo de perturbação e sofrimento. A ideia é simplesmente CONFIAR NO PROCESSO e permitir aquilo que precisa acontecer.
Para aqueles que ativaram os seus Corpos de Luz, será uma simples questão de integrar as Ondas de Luz que chegam ao seu Corpo de Luz. Ao mesmo tempo, o Corpo Físico novamente estará entrando em atualizações do DNA para permitir que a forma física se alinhe com os novos Códigos de Luz para uma maior evolução na Nova Terra.
Este influxo de Energia pode significar que muitos se sentirão intensamente CRIATIVOS e serão inundados por novas idéias. Lembrem-se: vocês não têm que agir de acordo com todos eles imediatamente. Vocês estão simplesmente aceitando o Fluxo da Abundância e da Luz nesta Nova Onda. Escolham o que lhes parecer melhor.
Vocês podem também se sentir fisicamente energizados e sentirem um desejo de mudar a sua dieta e padrões de exercícios para trazer o seu corpo para uma freqüência superior. Podem encontrar também, talvez, dificuldade em dormir e uma sensação de estarem excessivamente energizados e ansiosos. Não se preocupem: isto irá passar quando vocês integrarem a Onda de Luz que entra.
DATAS IMPORTANTES EM JULHO E AGOSTO
Estes serão os momentos fundamentais neste Processo:
25 e 26 de Julho: “O Dia Fora do Tempo”, e “O Ano Novo”.
8 de Agosto: O Momento Culminante das Transmissões do Portal Estelar/Vórtice
8 a 12 de Agosto : Ponto Culminante do Portal.
19 a 23 de Agosto: Lua Cheia em Leão/Aquário e Integração dos novos Códigos Solar/Lunar.
PADRÃO DO CORPO DE LUZ DO NOVO HUMANO/ANJO HUMANO E ATIVAÇÃO PARA RECEBER AS PRÓXIMAS ENERGIAS
Amados, enquanto vocês entram nesta Onda Dourada de Luz, é importante que vocês simplesmente se lembrem de permanecer em seu centro – que é o seu Coração, mantendo o Corpo de Luz radiante e claro.
Lembrem-se de que em seu estado Multidimensional, o seu “centro de gravidade” é o seu Coração. Respirem a partir do seu Coração, respirem Luz e Amor deste centro que é o seu Coração Sagrado.
Então, lembrem-se sempre de se ANCORAR, conectando-se ao seu Chacra Estrela da Terra, sob os seus pés, e então para o Coração da Terra, no centro da Terra e permitam que o seu Coração se sincronize com as pulsações da Terra, enquanto ela pulsa em harmonia com a Vibração Cósmica da Vida.
Lembrem-se, também, de se conectar com o seu Chacra da Estrela da Alma, que está acima do Chacra Coronário e onde a sua Alma está assentada. Atraiam esta energia através do Chacra Coronário e para o Coração, de modo que inflame a Centelha Divina no Coração.
Sintam como a sua Alma e o Espírito se fundem com a Centelha Divina para criar a Chama Divina do seu Ser Angélico em seu Coração.
Sintam como o seu Chacra Solar se abre para absorver e integrar as energias do Sol e distribuí-los em seu Corpo de Luz.
Além disto, o Chacra Galáctico permite que as Ondas de Luz do Centro Galáctico sejam integradas no Corpo de Luz e preencham o Corpo de Luz com a Luz Radiante do Divino. A Energia e o Esplendor Divino são integrados e compartilhados nas Grades de Luz da Nova Terra – de Coração a Coração!
Sintam como esta Luz Radiante é passada ao redor do Planeta na Grade do Coração dos Trabalhadores da Luz para os Guerreiros da Luz, a toda a Família da Luz, enquanto a Nova Terra se manifesta!
E saibam que não importa onde vocês estejam e o que estejam fazendo – VOCÊS são Faróis de Luz e um Canal Brilhante e Radiante para a entrada da Onda de Luz!
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© 2013 Celia Fenn e Starchild Global
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Tradução: Regina Drumond Chichorro – reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!
DECRETANDO E RESPIRANDO NA VITÓRIA - Por Juracyara Saul da Costa
Respirar contando até 7, prender a respiração contando até 7, soltar a respiração contando até 7, reiniciar...
respirar decretando......
Eu, Um Ser de Divina Luz....
Decreto.....
(respirando)
Eu Sou a Luz do Mundo.....
Eu Sou o Próprio DEUS em Ação.....
Eu Sou a Manifestação da Vitória Divina.....
Eu Sou a Iluminação Universal.....
Eu Sou Alegria.....
Eu Sou Harmonia.....
Eu Sou a Abundância.....
Eu Sou a Saúde Plena e Completa.....
Eu Sou a Riqueza Infinita.....
Eu Sou o Progresso.....
Eu Sou a Prosperidade......
Eu Sou DEUS, Aqui em Mim Manifestado....
Assim EU SOU
Fonte: Blog Bom Dia Mestres
terça-feira, 9 de julho de 2013
Cura
Este texto é uma indicação de leitura do livro “A Doença Como Caminho”, de Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke, que trata do conteúdo psicológico associado a vários tipos de doenças e incidentes, os quais por não conseguirmos trabalhar / montar adequadamente em nossa psique, passam a fazer parte da nossa “sombra”, não sendo percebidos conscientemente, manifestando-se, então, em nosso corpo físico, para que assim os possamos vivenciar, para superar e integrar seus conseqüentes desafios e ensinamentos.
Por fazerem parte de nossa “sombra”, habitando exatamente nosso inconsciente, e não o consciente, o mais normal é que não aceitemos estar vivendo ou ter alguma coisa a ver com quaisquer dos assuntos levantados em relação às perguntas e questões associadas às doenças citadas. O mais normal é negarmos a existência das situações cogitadas em relação a nossas vidas…
A nosografia é uma prática milenar que se constitui na descrição sistemática das doenças, que é exatamente do que trata o livro aqui indicado. Esse tipo de abordagem tem uma diferenciação fundamental em relação aos remédios (que são necessários dentro de contextos específicos, diferente do uso banalizado que vêm tendo), pois age focando a causa das doenças, enquanto os remédios agem sobre os efeitos, sem nada acrescentarem ao processo de trabalho das causas a não ser fazer com que a pessoa possa ganhar algum tempo para se recompor, o que perde o efeito e sentido nas abordagens com medicações a médio e longo prazos. Focar a causa das doenças nos leva à questão de qual a memória/lembrança a ser resgatada pela pessoa(*), de modo a tornar-se novamente uma manifestação da perfeição universal.
(*) bem como do entendimento do porque da experiência de vida dolorsa pela qual está passando.
(*) bem como do entendimento do porque da experiência de vida dolorsa pela qual está passando.
Aqui estão apenas algumas das doenças listadas e num resumo muito geral, contendo apenas a parte de questões levantadas em alguns capítulos, além de um texto na íntegra sobre “depressão”, para servir como exemplo. Vale a pena ler o livro, que traz além deste “guia rápido” copiado aqui, a análise e interpretação ligada aos diversos sistemas do corpo físico, e possuí-lo posteriormente como guia para consultas quando oportuno.
A melhor série com os aspectos causais da doença é sem dúvida: Metafísica da Saúde – Valcapelli & Gasparetto.
Ao final, segue ainda uma lista complementar sobre o mesmo assunto com a visão da escritora americana Louise L Hay (crédito e informações conforme recebido pela rede).
Infecção – um conflito que se materializou
Quem mostra predisposição a inflamações está tentando evitar conflitos.
No caso de contrairmos uma doença infecciosa, devemos nos fazer as seguintes perguntas:
1 – Qual o conflito existente em minha vida que até agora eu não vejo?
2 – Que conflito estarei evitando?
3 – que conflito tento fingir que não existe?
Para descobrir que conflito se trata, basta prestar atenção ao simbolismo do órgão afetado ou da parte doente do corpo.
No caso de contrairmos uma doença infecciosa, devemos nos fazer as seguintes perguntas:
1 – Qual o conflito existente em minha vida que até agora eu não vejo?
2 – Que conflito estarei evitando?
3 – que conflito tento fingir que não existe?
Para descobrir que conflito se trata, basta prestar atenção ao simbolismo do órgão afetado ou da parte doente do corpo.
Alergia – uma agressividade que se materializou
A pessoa alérgica deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 – Por que não suporto tomar consciência da minha agressividade, e a transfiro para a manifestação corporal?
2 – Quais âmbitos da vida me inspiram tanto medo que procuro evitá-los?
3 – Para que temas apontam os meus alérgenos?
4 – Até que ponto uso minha alergia para manipular o meio ambiente?
5 – Como encaro o amor, qual é a minha capacidade de amar?
1 – Por que não suporto tomar consciência da minha agressividade, e a transfiro para a manifestação corporal?
2 – Quais âmbitos da vida me inspiram tanto medo que procuro evitá-los?
3 – Para que temas apontam os meus alérgenos?
4 – Até que ponto uso minha alergia para manipular o meio ambiente?
5 – Como encaro o amor, qual é a minha capacidade de amar?
Respiração – Assimilação da Vida
No caso de doenças que tenham relação com a respiração, a pessoa doente deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 – O que me faz sentir falta de ar?
2 – O que me recuso a aceitar?
3 – O que estou evitando dar?
4 – Com o que não desejo entrar em contato?
5 – Acaso terei medo de dar o passo para uma nova liberdade?
1 – O que me faz sentir falta de ar?
2 – O que me recuso a aceitar?
3 – O que estou evitando dar?
4 – Com o que não desejo entrar em contato?
5 – Acaso terei medo de dar o passo para uma nova liberdade?
Asma
Perguntas que a pessoa asmática deve fazer a si mesma:
1 – Em que âmbitos da vida quero receber sem dar nada em troca?
2 – Consigo confessar conscientemente minhas agressões? Que possibilidades disponho para expressá-las?
3 – Como lido com o conflito entre a vontade de dominar e a sensação de inferioridade?
4 – Quais setores da vida valorizo e quais rejeito? Posso sentir algo do medo que fundamenta meu sistema de valores?
5 – Quais setores da vida procuro evitar por considerá-los sujos, baixos, ignóbeis?
Não se esqueça: Sempre que se sente uma limitação, ela de fato é medo! O único modo de combater o medo é expandindo-se. A expansão ocorre se a pessoa deixar entrar aquilo que até agora rejeitou!
1 – Em que âmbitos da vida quero receber sem dar nada em troca?
2 – Consigo confessar conscientemente minhas agressões? Que possibilidades disponho para expressá-las?
3 – Como lido com o conflito entre a vontade de dominar e a sensação de inferioridade?
4 – Quais setores da vida valorizo e quais rejeito? Posso sentir algo do medo que fundamenta meu sistema de valores?
5 – Quais setores da vida procuro evitar por considerá-los sujos, baixos, ignóbeis?
Não se esqueça: Sempre que se sente uma limitação, ela de fato é medo! O único modo de combater o medo é expandindo-se. A expansão ocorre se a pessoa deixar entrar aquilo que até agora rejeitou!
Males Estomacais e Digestivos
No caso de males estomacais e digestivos, devemos nos fazer as seguintes perguntas:
1 – O que não posso ou não quero engolir?
2 – Algo está me moendo por dentro?
3 – Como lido com meus sentimentos?
4 – O que me deixa tão azedo?
5 – Como expresso a minha agressividade?
6 – Como fujo dos conflitos?
7 – Existe em mim alguma saudade reprimida de um paraíso infantil, livre de conflitos, em que eu só seja amado e cuidado, sem precisar me esforçar para nada?
1 – O que não posso ou não quero engolir?
2 – Algo está me moendo por dentro?
3 – Como lido com meus sentimentos?
4 – O que me deixa tão azedo?
5 – Como expresso a minha agressividade?
6 – Como fujo dos conflitos?
7 – Existe em mim alguma saudade reprimida de um paraíso infantil, livre de conflitos, em que eu só seja amado e cuidado, sem precisar me esforçar para nada?
Doenças Hepáticas
A pessoa que sofre do fígado deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 – Em que âmbitos perdi a capacidade de fazer uma avaliação e uma discriminação corretas?
2 – Onde é que não consigo mais decidir entre aquilo que posso suportar e aquilo que é um “veneno” para mim?
3 – Em que sentido ando cometendo excessos? Até que ponto estou “voando alto demais” (ilusões de grandeza) e onde venho ultrapassando os limites?
4 – Acaso me preocupo comigo mesmo e com o âmbito da minha “religio”, de minha religação com a fonte primordial? Ou o mundo da multiplicidade está impedindo minha percepção intuitiva? Os temas filosóficos ocupam uma parte muito pequena na minha vida?
5 – Confio nos outros?
1 – Em que âmbitos perdi a capacidade de fazer uma avaliação e uma discriminação corretas?
2 – Onde é que não consigo mais decidir entre aquilo que posso suportar e aquilo que é um “veneno” para mim?
3 – Em que sentido ando cometendo excessos? Até que ponto estou “voando alto demais” (ilusões de grandeza) e onde venho ultrapassando os limites?
4 – Acaso me preocupo comigo mesmo e com o âmbito da minha “religio”, de minha religação com a fonte primordial? Ou o mundo da multiplicidade está impedindo minha percepção intuitiva? Os temas filosóficos ocupam uma parte muito pequena na minha vida?
5 – Confio nos outros?
Doenças dos Olhos
Quem tiver problemas com os olhos, ou seja, com a visão, deve em primeiro lugar abandonar por um dia seus óculos (e/ou lentes de contato) e viver conscientemente a situação honesta de vida criada pelo fato. Depois desse dia, deve fazer um relatório honesto, descrevendo o modo como viu o mundo e as experiências que teve, o que pôde e o que não pôde fazer, no que foi impedido pela falta de visão, como lidou com o ambiente exterior etc. Um relatório como esse deve fornecer-lhe material suficiente para poder conhecer melhor sua personalidade, seu mundo e seu modo de ser. Essencialmente, deve responder às seguintes perguntas:
1 – O que não desejo ver?
2 – Minha subjetividade tem impedido meu autoconhecimento?
3 – Deixo de ver a mim mesmo nos acontecimentos?
4 – Uso a visão para obter uma percepção mais elevada?
5 – Tenho medo de ver os contornos rígidos (definidos) das coisas?
6 – Posso suportar, afinal, ver as coisas como elas são?
7 – Qual o âmbito de minha personalidade de que procuro desviar o olhar?
1 – O que não desejo ver?
2 – Minha subjetividade tem impedido meu autoconhecimento?
3 – Deixo de ver a mim mesmo nos acontecimentos?
4 – Uso a visão para obter uma percepção mais elevada?
5 – Tenho medo de ver os contornos rígidos (definidos) das coisas?
6 – Posso suportar, afinal, ver as coisas como elas são?
7 – Qual o âmbito de minha personalidade de que procuro desviar o olhar?
Doenças do Ouvido
Quem tem problemas com os ouvidos, ou seja, com o ato de ouvir, deve de preferência fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 – Por que não estou disposto a prestar atenção ao que os outros dizem?
2 – A quem ou a que não desejo obedecer?
3 – Há equilíbrio entre os dois pólos de minha personalidade, o egocentrismo e a submissão?
1 – Por que não estou disposto a prestar atenção ao que os outros dizem?
2 – A quem ou a que não desejo obedecer?
3 – Há equilíbrio entre os dois pólos de minha personalidade, o egocentrismo e a submissão?
Dores de Cabeça
Quem sofrer de dores de cabeça o tiver enxaquecas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 – Com que estou “quebrando a minha cabeça”?
2 – O “em cima” e o “embaixo” estão num equilíbrio dinâmico dentro de mim?
3 – Estou me esforçando demais para subir? (cobiça)
4 – Sou um cabeçudo e tento derrubar os obstáculos com a cabeça?
5 – Tento substituir a ação pelo pensamento?
6 – Estarei sendo honesto no que se refere aos meus problemas sexuais?
7 – Por que transfiro o orgasmo para a cabeça?
1 – Com que estou “quebrando a minha cabeça”?
2 – O “em cima” e o “embaixo” estão num equilíbrio dinâmico dentro de mim?
3 – Estou me esforçando demais para subir? (cobiça)
4 – Sou um cabeçudo e tento derrubar os obstáculos com a cabeça?
5 – Tento substituir a ação pelo pensamento?
6 – Estarei sendo honesto no que se refere aos meus problemas sexuais?
7 – Por que transfiro o orgasmo para a cabeça?
Doenças de Pele
Quem teve afecções cutâneas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 – Acaso estarei me isolando demais?
2 – Qual é a minha capacidade de estabelecer contatos?
3 – Por trás da minha atitude defensiva não haverá um desejo de intimidade?
4 – O que será que deseja atravessar os limites a fim de se tornar visível (sexualidade, desejo, paixão, agressividade, satisfação)?
5 – O que é que de fato está “coçando” dentro de mim?
6 – Acaso resolvi viver no ostracismo?
1 – Acaso estarei me isolando demais?
2 – Qual é a minha capacidade de estabelecer contatos?
3 – Por trás da minha atitude defensiva não haverá um desejo de intimidade?
4 – O que será que deseja atravessar os limites a fim de se tornar visível (sexualidade, desejo, paixão, agressividade, satisfação)?
5 – O que é que de fato está “coçando” dentro de mim?
6 – Acaso resolvi viver no ostracismo?
Doenças Renais
Quando temos alguma coisa nos rins devemos fazer a nós mesmos as seguintes perguntas:
1 – Quais problemas me afligem no âmbito conjugal?
2 – Acaso tenho tendência a estagnar na projeção e, desta forma, a considerar os erros do meu parceiro como problemas que só dizem respeito a ele?
3 – Deixo de ver a mim mesmo no modo como o meu parceiro se comporta?
4 – Ando me apegando a velhos problemas e, deste modo, interrompendo o fluxo do meu próprio desenvolvimento?
5 – A que salto para o futuro meu cálculo renal está tentando me estimular?
1 – Quais problemas me afligem no âmbito conjugal?
2 – Acaso tenho tendência a estagnar na projeção e, desta forma, a considerar os erros do meu parceiro como problemas que só dizem respeito a ele?
3 – Deixo de ver a mim mesmo no modo como o meu parceiro se comporta?
4 – Ando me apegando a velhos problemas e, deste modo, interrompendo o fluxo do meu próprio desenvolvimento?
5 – A que salto para o futuro meu cálculo renal está tentando me estimular?
Os males da Bexiga
Doenças na bexiga sugerem as seguintes perguntas:
1 – A quais âmbitos me apego, embora ultrapassados, e só à espera de serem eliminados?
2 – Em que ponto me coloco sob pressão e a projeto para os outros (exames, o chefe)?
3 – Que assuntos gastos devo abandonar?
4 – Por que choro?
1 – A quais âmbitos me apego, embora ultrapassados, e só à espera de serem eliminados?
2 – Em que ponto me coloco sob pressão e a projeto para os outros (exames, o chefe)?
3 – Que assuntos gastos devo abandonar?
4 – Por que choro?
Doenças Cardíacas
No caso de perturbações e doenças cardíacas devemos fazer as seguintes perguntas:
1 – Há equilíbrio entre meu coração e minha cabeça, entre a compreensão e o sentimento? Eles estão em harmonia?
2 – Dou espaço suficiente para meus próprios sentimentos, me atrevo a demonstrá-los?
3 – Vivo e amo de todo coração ou apenas participo, sem grande entusiasmo?
4 – Minha vida transcorre num ritmo animado ou a forço a dotar um ritmo rígido?
5 – Ainda há combustível e explosivos suficientes em minha vida?
6 – Tenho escutado a voz de meu coração?
1 – Há equilíbrio entre meu coração e minha cabeça, entre a compreensão e o sentimento? Eles estão em harmonia?
2 – Dou espaço suficiente para meus próprios sentimentos, me atrevo a demonstrá-los?
3 – Vivo e amo de todo coração ou apenas participo, sem grande entusiasmo?
4 – Minha vida transcorre num ritmo animado ou a forço a dotar um ritmo rígido?
5 – Ainda há combustível e explosivos suficientes em minha vida?
6 – Tenho escutado a voz de meu coração?
Distúrbios do Sono
A insônia deve servir de motivo para se fazer as seguintes perguntas:
1 – Até que ponto dependo do poder, do controle, do intelecto e da observação?
2 – Acaso posso me desapegar?
3 – Como desenvolvo minha capacidade de entrega e minha sensação de uma confiança básica?
4 – Acaso me preocupo com o lado sombrio da minha alma?
5 – Quão grande é o meu medo da morte? Já me reconciliei o suficiente com ela?
1 – Até que ponto dependo do poder, do controle, do intelecto e da observação?
2 – Acaso posso me desapegar?
3 – Como desenvolvo minha capacidade de entrega e minha sensação de uma confiança básica?
4 – Acaso me preocupo com o lado sombrio da minha alma?
5 – Quão grande é o meu medo da morte? Já me reconciliei o suficiente com ela?
Uma necessidade exagerada de dormir suscita as seguintes questões:
1 – Ando fugindo da atividade, da responsabilidade, da conscientização?
2 – Vivo num mundo quimérico e tenho medo de acordar para a realidade da vida?
1 – Ando fugindo da atividade, da responsabilidade, da conscientização?
2 – Vivo num mundo quimérico e tenho medo de acordar para a realidade da vida?
Lista das Correspondências Psíquicas dos Órgãos e Palavras-chave para as Partes do Corpo
Bexiga – Pressão, desapego
Boca – Disposição para receber
Cabelos – Liberdade, poder
Coração – Capacidade de amar, emoção
Costas – Correção
Dentes – Agressividade, vitalidade
Estômago – Sensação, capacidade de absorção
Fígado – Avaliação, filosofia, religio
Gengivas – Desconfiança
Intestino delgado – Elaboração, análise
Intestino grosso – Inconsciente, ambição
Joelhos – Humildade
Mãos – Entendimento, capacidade de ação
Membros – Movimentos, flexibilidade, atividade
Músculos – Mobilidade, flexibilidade, atividade
Nariz – Poder, orgulho, sexualidade
Olhos – Discernimento
Ouvidos – Obediência
Órgãos genitais – Sexualidade
Ossos – Firmeza, cumprimento das normas
Pele – Delimitação, normas, contato, carinho
Pênis – Poder
Pés – Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade
Pescoço – Medo
Pulmões – Contato, comunicação, liberdade
Rins – Parceria, discernimento, eliminação
Sangue – Força vital, vitalidade
Unhas – Agressividade
Vagina – Entrega
Vesícula biliar – Agressividade
Boca – Disposição para receber
Cabelos – Liberdade, poder
Coração – Capacidade de amar, emoção
Costas – Correção
Dentes – Agressividade, vitalidade
Estômago – Sensação, capacidade de absorção
Fígado – Avaliação, filosofia, religio
Gengivas – Desconfiança
Intestino delgado – Elaboração, análise
Intestino grosso – Inconsciente, ambição
Joelhos – Humildade
Mãos – Entendimento, capacidade de ação
Membros – Movimentos, flexibilidade, atividade
Músculos – Mobilidade, flexibilidade, atividade
Nariz – Poder, orgulho, sexualidade
Olhos – Discernimento
Ouvidos – Obediência
Órgãos genitais – Sexualidade
Ossos – Firmeza, cumprimento das normas
Pele – Delimitação, normas, contato, carinho
Pênis – Poder
Pés – Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade
Pescoço – Medo
Pulmões – Contato, comunicação, liberdade
Rins – Parceria, discernimento, eliminação
Sangue – Força vital, vitalidade
Unhas – Agressividade
Vagina – Entrega
Vesícula biliar – Agressividade
A Depressão
Depressão é um termo geral para um quadro sintomático que vai de um mero sentimento de abatimento até uma perda real da motivação para viver, ou a assim chamada depressão endógena, que é acompanhada de apatia absoluta. Ao lado da inibição total das atividades e de uma disposição abatida de ânimo, encontramos na depressão sobretudo um grande número de sintomas colaterais físicos, como cansaço, distúrbios do sono, falta de apetite, prisão de ventre, dores de cabeça, taquicardia, dores na coluna, descontrole menstrual nas mulheres e queda do nível corporal da energia. A pessoa depressiva é atormentada pela sensação de culpa e vive se auto-repreendendo; está sempre ocupada em voltar às boas (fazer as pazes) com tudo. A palavra depressão deriva do verbo latino deprimo, que significa “subjugar” e “reprimir”. A questão que surge de imediato se refere ao que a pessoa deprimida sente, se está sendo subjugada ou se está de fato reprimindo alguma coisa. Para responder à questão temos de considerar três âmbitos relativos ao assunto:
1 – Agressividade: Num trecho anterior do livro dissemos que a agressividade que não é exteriorizada acaba por se transformar em dor física. Poderíamos completar essa constatação ao dizermos que a agressividade reprimida leva, no âmbito psíquico, à depressão. A agressividade cuja manifestação é impedida, bloqueada, volta-se para dentro de tal forma que o agressor acaba por tornar-se a vítima. A agressividade reprimida acaba sendo responsável não só pela sensação de culpa, mas também pelos inúmeros sintomas colaterais que a acompanham, com seus vários tipos de sofrimento. Já dissemos, num momento anterior, que a agressividade é tão-somente uma forma específica de energia vital e de atividade. Sendo assim, aqueles que ansiosamente reprimem seus impulsos agressivos reprimem ao mesmo tempo toda sua energia e atividade. Embora a psiquiatria tente envolver as pessoas deprimidas em algum tipo de atividade, elas simplesmente acham isso uma ameaça. De forma compulsiva, elas evitam tudo o que possa suscitar desaprovação e tentam ocultar seus impulsos destrutivos e agressivos, vivendo de maneira irrepreensível. A agressividade dirigida contra a própria pessoa chega ao auge no caso do suicídio. Tendências suicidas sempre são um alerta para que observemos a quem são dirigidas de fato as intenções assassinas.
2 – Responsabilidade: À exceção do suicídio, a depressão sempre é, em última análise, um modo de evitar responsabilidades. Os que sofrem de depressão já não agem; meramente vegetam, estão mais mortos do que vivos. No entanto, apesar de sua contínua recusa em lidar de forma ativa com a vida, os depressivos são acusados pela responsabilidade que entra pela porta de trás, ou seja, por sues próprios sentimentos de culpa. O medo de assumir responsabilidades passa para o primeiro plano exatamente quando essas pessoas têm de entrar numa nova fase da vida, tornando-se bastante visível, por exemplo, na depressão puerperal.
3 – Recolhimento – solidão – velhice – morte: Estes quatro tópicos intimamente relacionados servem para resumir as áreas mais importantes dos três temas anteriores, mostrando quais são os nossos pressupostos básicos para refletir sobre eles. A depressão provoca o confronto dos pacientes com o pólo mortal da vida. As pessoas que sofrem de depressão são privadas de tudo o que de fato está vivo, como o movimento, a mudança, o companheirismo e a comunicação. Em sua vida, é o pólo oposto que se manifesta, ou seja, a apatia, a rigidez, a solidão, os pensamentos voltados para a morte. Na verdade, embora esse aspecto mortal da vida seja sentido com intensidade na depressão, ele nada mais é do que a própria sombra do paciente.
Nesse caso, o conflito está no fato de a pessoa deprimida ter tanto medo de viver como de morrer. A vida ativa traz consigo uma culpa e uma responsabilidade inevitáveis e esses são sentimentos que o deprimido faz questão de evitar. Aceitar responsabilidade é o mesmo que abandonar todas as projeções e aceitar a própria singularidade, ou o fato de estar só. Personalidades depressivas, no entanto, têm medo de fazer isso e, portanto, precisam apegar-se aos outros. A separação que, por exemplo, a morte de pessoas íntimas lhes impõe, pode servir de estímulo para a depressão. Os depressivos são, antes de mais nada, abandonados por conta própria, e viver por conta própria, assumindo responsabilidades, é a última coisa que querem fazer. Ter medo da morte é um outro fato que não lhes permite suportar a condicionalidade da vida. A depressão nos torna honestos: ela revela a nossa incapacidade tanto para viver como para morrer.
O crédito e as informações abaixo estão veiculados conforme recebidos pela internet.
Segundo a escritora americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Ela afirma que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. “Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão”, diz a escritora.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.
A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas por Louise.
DOENÇAS/CAUSAS:
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSONIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vítima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSONIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vítima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
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