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"A alma que não se abate, que recebe indiferentemente tanto a tristeza como a alegria, vive na vida imortal."Fonte - Bhagavad-Gita

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Yoga em academia!



Antes de escrever sobre este assunto, andei refletindo sobre o mesmo para que eu pudesse escrever a coisa certa com as palavras exatas. Lê alguns artigos não muito positivos sobre Yoga na academia e gostaria de mostrar uma nova visão desta filosofia; em relação ao Yoga e suas praticas em academia.

Então para quem faz Yoga na academia... não se assuste você não é uma ovelha desgarrada!!!

Nos dias de hoje, a velha amiga academia vem sendo reestruturada para adaptar a nova era fitnes = Wellness; saúde e bem-estar. Toda essa adaptação é por conta do avançado da nossa sociedade e como conseqüência disso o grande nível de estress que vem surgindo com todo esse avanço.

A maioria vive em um estilo de vida moderno e materialista, sem nenhum conhecimento do que é realmente profundo e verdadeiro. Sem perceber cada possibilidade de realização e evolução nesse lindo universo.

Muitas vezes não enxergamos o caos interno em que vivemos e muitos não procurariam nunca uma escola de Yoga por não ter conhecimento suficiente do que se trata.  Sabemos que a melhor busca desta filosofia é quando travamos contato pelo amor e não pela dor.

 Mas ás vezes precisamos da sombra para poder enxergar melhor... e é nesse momento que muitos encontram está filosofia. Mas sabe onde?  Na sua própria academia, onde muitos estavam mais preocupados com o tamanho do tríceps! Só que de repente não é que pelo destino, acaso, indicação acaba caindo na sala de yoga.... ahhhhh e sabe onde vão parar depois? Nas escolas de Yoga, onde alguns criticam essas modalidades em academia.

Minha profunda admiração aos profissionais da área de Yoga que com maestria driblam o ambiente, o barulho, o aluno que nem sabe por que está ali e com todo seu amor celebra o yoga e acende uma pequena luz no coração de cada pessoa que ali está presente. Essa luz pode ser representada pela busca da sua força interna, da sua vontade de viver, vontade de aprender, vontade em Ser ao invés de ter.

Assim sendo se você fechar os olhos agora... e olhar a voz do seu coração, se você conseguir por alguns minutos sentir o que vai aí dentro de você, mesmo que estiver no meio de milhões de pessoas, mesmo assim você estará praticando Yoga.

 Uso muito uma palavrinha em aula que é tão pequena, mas com tanto significado... Samskara;
que são condicionamentos criados por nós, saia da roda do samskara, na vida não tem certo e errado, fácil nem difícil, alegria e tristeza... então não descrimine, não julgue para não seres julgado. Pois o yoga e para ser sentido e vivido onde quer que você esteja.

Yoga não é ginástica, nem tão pouco um condicionamento físico, mas em sua tradução yoga é união assim sendo, vamos dar as mãos para que possamos criar um mundo melhor a nossa imagem e semelhança.

O importante em nossas vidas é a busca do equilíbrio, e saber lidar com está dualidade de princípios e costumes, o exercício físico que mantém o nosso corpo sã, se completa quando estamos em sintonia com a nossa mente. Deixo para vocês o termo em latim: “Mens sana in corpore sano” é uma famosa citação latina, derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal. No contexto, a frase é parte da resposta do autor à questão sobre o que as pessoas deveriam desejar na vida (tradução livre):

Deve-se pedir em oração que a mente seja sã num corpo são.
Peça uma alma corajosa que careça do temor da morte,
que ponha a longevidade em último lugar entre as bênçãos da natureza,
que suporte qualquer tipo de labores,
desconheça a ira, nada cobice e creia mais
nos labores selvagens de Hércules do que
nas satisfações, nos banquetes e camas de plumas de um rei oriental.
Revelarei aquilo que podes dar a ti próprio;
Certamente, o único caminho de uma vida tranquila passa pela virtude.

Assim meus amores, olhemos um pouco dentro e também um pouco fora e tudo na medida certa, com equilíbrio.

Com todo meu amor e minha profunda gratidão em poder expressar o que sinto.
Namastê
Luciana Perez

Aulas de yoga para as crianças





Fazer yoga exige concentração, disciplina e relaxamento até das crianças. Nas turmas infantis, a diversão faz parte do programa. Entre os gestuais, posições que imitam bichos e super-heróis são usadas para prender a atenção.
A prática da yoga é cada vez mais comum entre crianças. Escolas da capital de São Paulo oferecem turmas a partir de três anos de idade. A atividade, na teoria, é direcionada ao conhecimento do corpo, ao controle da mente e ao alcance da concentração. Na prática, busca melhora no comportamento, obediência e calma. Uma nova estratégia, saudável, para os pais conseguirem tranquilidade em casa.
Para os iniciantes, a aula é repleta de mistérios. Em um espaço cheio de atrações, como uma academia, é difícil alcançar a paciência necessária para sentar no tapete, cruzar as pernas e fazer pose de meditação. Alguns tropeçam nos exercícios, outros perdem o ritmo das músicas. Os professores não exigem muito, respeitam o tempo e a particularidade de cada aluno.
Matheus Pauleli Gandolfo, 7 anos, tem três semanas de experiência. “Sou muito peste. Minha mãe acha que assim vou ficar mais quieto e bagunçar menos com meu irmão”, diz. A colega Júlia Duran, 8, incentiva a turma. “Faço yoga há um ano e meio. Pedi para entrar porque precisava relaxar.” Os dois são alunos da academia Ecofit (zona oeste de SP) e praticam yoga duas vezes por semana.
Para a professora Luciana Perez Fernandes, 32 anos, o segredo é a vontade de aprender. “Yoga não serve só para adulto, é sinônimo de qualidade de vida em qualquer fase. No caso das crianças, porém, é preciso vontade. Para dar certo, os pais não podem forçar achando que os filhos vão ficar calmos de uma hora para a outra.”
Até lá, o “treinamento” pode ser bem divertido. As turmas menores são adeptas de movimentos lúdicos. “Adoro fazer a posição do sapo, a do leão e a da cobra”, conta David Faingaus Bekin, 4 anos. O amigo Caio Atchabahian, 5, gosta de imitar o guerreiro, no estilo do filme “Kung Fu Panda”. A mãe dele, Gladys Atchabahian, 42, incentiva a atividade e transmite experiência. “Faço yoga há quatro anos e sei dos benefícios. O Caio brincava comigo em casa e ficou entusiasmado com a chance de fazer também. Ele não falta nunca às aulas e sempre sai mais relaxado.”
A técnica vai ganhando popularidade. No CEU Rosa da China (zona leste de SP), a aula já recebe jovens a partir de 12 anos. No fim de semana, a prática é livre. Nas academias e escolas, a mensalidade começa em R$ 50 e pode superar R$ 300.

26 de julho de 2009 por Yoga Net | Publicado em

A Arte de ser feliz

 

Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, eo jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão uma gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega; era uma espécie de aspersã o ritual,para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homen, para as gotas de água que caiam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz..

Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam no muro.Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes , um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. Eu me sinto completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, e uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim...
                                              
                                                                    Cecília Meireles

Mahamrityunjaya Mantra


Maha Mritunjay Mantra:

Om Tryambakam Yajaamahe
Sugandhim Pushti Vardhanam
Urvaarukamiva Bandhanaat
Mrityor Muksheeya Ma-Amritaat

“Adoremos o Senhor Siva (Quem possui três olhos), quem é sagrado e nutre todos os seres. Do mesmo modo como um pepino maduro se solta do ramo que está ligado tão logo amadureça, que sejamos liberados da morte (do corpo mortal), nos sendo concedido a realização da natureza imortal”.

As palavras e o Mantra

A tradução literal das palavras “mrityur”, é morte, e “jaya”, vitória; vitório por sobre a morte. Então, o significado imediato é de vitória por sobre a morte. Mas estas informações são transcendentais, porque tem em vista a realização do que é eterno ou a natureza essencial de todos nós. O objetivo é remover a ignorância do Eterno em nós. Este Mantra, como todo o Mantra védico, inicia por OM, que é o símbolo do que sustenta toda a realidade; trata-se de uma representação sonora e gráfica do Supremo (Brahman, Deus ou Deusa).


Tryambakam: trata-se d´Aquele que tem três olhos, o Senhor Siva. O terceiro olho, que aparece na testa do Senhor Siva, tem o significado de consciência, terceira-visão ou visão espiritual; a visão interna; percepção sutil; a Yoni geradora de toda a vida. Despertar ou abrir este olho é alcançar a realização no Supremo, porque o Supremo é Verdade, Bem-aventurança e Consciência Supremas. As Escrituras dizem que além dos dois olhos comuns temos um olho transcendental, que nos permite alcançar a visão da realidade Suprema, mas que está adormecido, fechado, e que somente desperta com a bênção do amor de Devi (Kundalini). Quando o terceiro olho se abre, é possível ver a realidade transcendental por detrás das coisas. A Verdadeira Realidade, que está oculta e não é possível ver com os olhos comuns. 
Yajaamahe = nós adoramos; 

Sugandhim = perfumado; fragrante. Uma vez que o terceiro olho desperta, tudo torna-se perfumado, porque tudo passa a ser visto como sagrado.

Pushti = nutrir; o que suporta a mantém tudo. 

Vardhanam = aumenta, incrementa, no nosso dia a dia. 


Urvaarukamiva = os ramos da planta do pepino (que no passado era uma trepadeira). Tem um símbolo para cada um de nós relacionado com a existência. No devido tempo, os pepinos caem do ramo, quando estão maduros. Assim deve ser nossa vida, nos desprendendo da materialidade e mundaneidade, alcançando a morada eterna. Também tem o sentido de nos mostrar a realidade além do mundo material imediato.Trata-se de um processo natural, onde o Sadhana pelo Yoga ou bênção do Guru nos conduz para a Realidade Suprema.  

Bandhanaat = cativeiro. 

Mrityor = morte (também, ignorância); 

Muksheeya = liberar; então, bandhanaat mrityor muksheeya tem o significado de “liberar-nos das amarras da morte ou da ignorância”;

Maa-amritaat = realizar o que é imortal; que está por detrás de tudo.



As Escrituras comentam que a repetição constante deste antigo Mantra Upanishadico, purifica o coração e desperta a percepção ou terceiro olho, nos conduzindo a um nível de entendimento profundo. De modo simultâneo, a reflexão neste Mantra também auxilia a despertar nossas faculdades intuitivas latentes. Este Mantra é especialmente recomendado para afastar os sofrimentos em caso de doença física ou emocional.




Medite no significado deste Mantra enquanto você o repete. Dirija toda sua atenção interna para o onipotente, o onisciente. Onde quer que você olhe, Deus está lá: dentro de você, em seus olhos, em sua alma. Se você repetir o mantra desta maneira, receberá grandes bênçãos, Ele lhe concederá melhor saúde, preservando-o de todos os tipos de infelicidade, todo seu ser se transformará, você se tornará uma nova pessoa. Este mantra é uma grande benção. Repita-o incessantemente com grande devoção e concentração. Quanto maior sua devoção e fé em Deus mais poderoso o mantra se tornará. Se  vierem distrações, transforme-as em meios para sentir Deus. No seu dia a dia, não se ocupe com maledicências e demais atividades mundanas, mantenha o silêncio interior e a contínua repetição mental do mantra. 






Antena


Nós somos seres em profundo aprendizado , estamos caminhando com passos firmes e com propósito permanente de encontrar o caminho de volta a nossa verdadeira morada.

Alguns ainda estão vivendo no questionamente sobre a realidade Superior, á qual damos o nome de Deus. Isso é uma constatação, não um julgamento...é o que é.

O universo está vibrando para que possamos receber este sinal, vale sintonizar a nossa anteninha o mais alto que conseguirmos e o mais profundo será direcionado. 

Seres Espirituais estão esperançosamente esperando que nos liguemos com o Mestre, e amorosamente emitindo sinais a todo momento para que possamos caminhar rumo ao progresso espiritual, individual e coletivo.

Podemos levar anos para compreender tudo isso,mas o melhor que temos a fazer hoje, é simplesmente acreditar e receber com isso toda a evolução e  benefícios.

Vamos viver este momento, pois ele é todo nosso.

Gratidão aos amigos.

Luciana Perez

Satsang...Vamos!!!

 



Convidamos você para um Satsang aberto com Marco Schultz.

Neste encontro, Marco abordará o autoconhecimento, o agora, e a natureza do Ser,
direcionando todos a uma profunda reflexão e investigação interior.

Leve uma almofada para sentar e repasse o convite para amigos e conhecidos.
Todos são bem vindos!


ICDEP - 01 de julho - sexta feira - 20h00

Rua Juréia, 349 - Chácara Inglesa (próximo ao metrô Santa Cruz)
Fone: 5571-6599

* Haverá serviço de manobrista no local. Por favor, chegue no horário!